Comportamento: Sexualidade no casamento

Empecilhos na vida sexual

Sexualidade não se resume a sexo, engloba afeto, carinho e troca, muito importantes na manutenção do casamento. Para que a união dê certo e a questão da sexualidade seja bem resolvida, é preciso compreender as diferenças existentes entre o homem e a mulher, como o tipo de orientação que, culturalmente, cada um recebe antes de subir ao altar.

Enquanto o homem é preparado para proporcionar prazer, a mulher é orientada para cuidar de alguém. Essa divergência pode interferir na vida sexual do casal. A comum frase feminina “Eu te amo, apenas não estou com vontade de transar com você” pode ser interpretada como uma rejeição pelo homem, pois ele sente sua masculinidade ferida.

Antes de saber como enfrentar esse dilema conjugal, é importante entender as fases pelas quais passa o casamento e os motivos que levam à redução do interesse por sexo. A primeira fase, que dura em torno de dois a três anos, é a da paixão e do endeusamento, em que os defeitos do amado são ignorados ou minimizados.

O momento seguinte é a crise de conhecimento. Os defeitos começam a ser enxergados e passam a incomodar. Nessa fase, é necessário aprender a respeitar as diferenças, ao invés de gastar tempo e energia tentando mudar o outro. Passada a crise, a relação amadurece e entra na fase do companheirismo, de fazer projetos para o futuro, como o de constituir uma família.

Mais filhos, menos sexo

A chegada dos filhos pode se tornar uma ameaça para a preservação da vida íntima do casal. A esposa tem que conciliar a jornada de trabalho com a de mãe, o que muitas vezes a deixa cansada para o sexo. Viagens e passeios de final de semana devem incluir as crianças, que precisam da atenção dos pais. Drible a falta de tempo deixando os filhos com a babá ou com alguém da família, assim o casal poderá curtir um programa a dois. Também vale a pena ir ao motel, uma boa maneira de sair da rotina.

A transição dos filhos para a adolescência motiva outro período crítico no casamento, pois os pais podem divergir na forma de conduzir a educação. O confronto de ideias não pode distanciar o casal, é preciso que os dois dialoguem e busquem a unidade para conseguir orientar os filhos.

Superados esses desafios, o tempo traz ao casamento um amor maduro, sustentado pelo companheirismo e respeito. Tais virtudes são fundamentais para manter um relacionamento longo e garantir sexo com qualidade, não quantidade. O abraço, o sorriso e o namoro devem sempre ser cultivados, possibilitando vários “recasamentos”.

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Paquera – Quem toma a iniciativa?

A insegurança da paquera

Vamos combinar que não tem palavra melhor para definir a fase pré-namoro do que paquera. O termo parece antigo, do tempo da vovó, assim como a sensação de insegurança que bate quando estamos a fim de alguém. O mundo mudou, as mulheres conquistaram direitos e quebraram tabus. Porém, a dúvida continua: devo chamar pra sair, insinuar ou esperar?

A história acontece quase sempre assim. Você se interessa pelo indivíduo do sexo oposto e começa a procurar formas de demonstrar o interesse. O processo fica mais fácil quando o interesse é mútuo, mas às vezes é preciso usar estratégias para chamar a atenção.

O que os homens dizem sobre a paquera

“Ser chamado para sair me deixaria um pouco constrangido, mas eu aceitaria. De qualquer forma, acho que prefiro que ela dê a entender.”, diz o fisioterapeuta Vinícius Beldi, 22 anos.

Pequenos gestos são suficientes para que o fotógrafo e editor de imagensMauro José de Paula, 36 anos, perceba o interesse. “Na minha opinião, o homem deve tomar a iniciativa, chegar junto. Mas é claro que precisamos identificar alguns sinais. Ser simpática já é uma forma de demonstrar interesse, dar atenção sem se jogar para cima de quem está a fim”.

O administrador Vinícius Almeida, 28 anos, é mais aberto a convites. “Aceitaria numa boa ser convidado pra sair, mas tem que saber chegar pra não parecer vulgar. Mulher não pode chegar se oferecendo, querendo logo beijar. Um olhar e as palavras certas fazem a diferença!”, afirma.

E o assessor de imprensa Diego Segura, 23 anos, completa: “Não vejo problemas quando a mulher me convida para sair, contanto que faça de uma maneira sutil, sem me colocar contra a parede. Insinuar também é legal, mas é complicado porque em muitos casos os caras podem não perceber e ela vai ficar chupando o dedo.”

Estratégias femininas na paquera

O jogo da sedução mantém alguns valores machistas, como o de que o homem tem que cortejar a mulher e conquistá-la. Em tempos de libertação feminina, a mulher cria estratégias para lidar com isso sem ser submissa.

Claudya Toledo, fundadora da A2 encontros e que há vinte anos forma casais acredita que a mulher toma a iniciativa sem o homem se dar conta. “A mulher sabe mover o homem para chegar até ela”, revela.

E quando se está frente a frente com o gato, como saber se vai rolar algo mais? No livro “Manual da cara- metade”, Claudya dá dicas para saber se a paquera vai engrenar.

Linguagem corporal na paquera

  • Se a pessoa está sentada e fica com uma bolsa, mala ou qualquer material no colo está na defensiva;
  • Se os pés da pessoa estiverem voltados para você, ela está na sua. Se estiverem apontados para outro lado, a atenção está seguindo os pés;
  • Se a pessoa se volta para você, frente a frente, está interessada no assunto e em você. Se estiver voltada para outro lugar, está prestando atenção em outra coisa;
  • Se a pessoa se debruça para frente em sua direção, ótimo, está muito interessada. Se for para trás, se retraiu. Se cruza os braços, se fechou. Mude de assunto;
  • Se a mulher sorri e passa a mão nos cabelos, está interessada. Se o homem passa a mão no queixo ou coça a barba, também está interessado. Uma forma de mostrar que também está a fim é colocar as mãos no bolso, o que significa que está apontando para o seu órgão sexual;

Cartadas finais da paquera

Para demonstrar que está paquerando, use o olhar flecha, um mirar intenso nos olhos do outro que se mantêm por uns 15 segundos. Se você for mulher, desvie depois do olhar e sorria. Se você for homem, continue e permaneça até que ela desvie, depois coce a barba ou pegue no queixo;

Dançar solitariamente é muito atraente. Se for a um lugar que tenha música, dance consigo mesma. É muito atraente para o homem assistir à mulher numa dança solitária. Opte pelo gênero doce, leve e sinuoso;

A forma como o papo se desenrola pode ser um grande indício de que a paquera vai dar certo. Os apaixonados encadeiam a conversa, um fala e o outro completa, a conversa vai pegando um ritmo. Quando pintar um silêncio, não diga nada, apenas olhe e sorria. Hora do homem aproveitar a deixa e agir!

 

O Bom Humor no Ambiente de Trabalho

Nos dias de hoje muito se fala/prega sobre a importância das pessoas nas organizações, porém em muitas empresas lá nas entrelinhas nos deparamos com velhas mentalidades como por exemplo: Funcionário ansioso e estressado torna-se mais produtivo!

Em curto prazo até que isso pode ser visto como verdadeiro, afinal as pessoas vivem em função a uma determinada tarefa… porém a longo prazo esta mesma visão pode-se voltar contra a própria empresa! Funcionários estressados, submetidos a locais e chefias desagradáveis, tendem com o passar do tempo, a associar o trabalho ao sofrimento, perdendo assim o comprometimento que tanto as empresas cobram, porém não estimulam.

O BOM HUMOR.

Um ambiente de trabalho que propicie as pessoas a permanecerem ou ficarem bem humoradas (na dose certa) é fundamental para o aumento de produtividade, satisfação e comprometimento. O bom humor estimula a criatividade, a solidariedade e diminui a ansiedade. Claro que bom senso é fundamental! Na verdade, bom humor no trabalho deve ajudar a não deixar-se dominar por raiva, ressentimento e temor, sentimentos que afloram em empresas dominadas pela “política do estresse”

Mas com desenvolver o BOM HUMOR coletivo? Que tal, promovermos atividades recreativas e sociais ou mesmo implantar atitudes simples, como por exemplo: deixar revistas de humor e em quadrinhos na área do cafezinho. Pode parecer bobagem, mas pode ser o começo de grandes mudanças… se as pessoas precisam passar a maior parte de seus dias em seu ambiente de trabalho, convivendo com colegas, é melhor que este ambiente seja fraterno, estimulante, agradável e – por que não? – divertido.

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