Casamento com homem mais velho ou mais novo?

Casar com homem mais novo aumenta risco de mortalidade da mulher.

Casamento com homem mais velho ou mais novo?

 

A ciência já comprovou que o casamento faz bem para a saúde de homens e mulheres. No quesito longevidade, se o casal tiver idade semelhante os benefícios serão maiores para a mulher. Explica-se.

Pesquisas têm mostrado que homens casados com mulheres mais jovens vivem mais e acreditava-se que mulheres casadas com homens mais novos também teriam uma vida mais longa. Entretanto, um estudo feito no Instituto de Pesquisa Demográfica Max Planck da Alemanha, mostra que se houver uma diferença de idade entre o casal, esse intervalo de anos provoca efeitos bem desiguais na expectativa de vida do homem e da mulher.

O estudo alemão analisou os registros médicos de mais de 2 milhões de casais dinamarqueses, e sugere que o melhor para a mulher é casar com um homem exatamente da mesma idade para garantir uma vida longa e saudável. Isso porque o maior intervalo de idade entre uma mulher e seu marido encurta a expectativa de vida da mulher. Ou seja, um homem mais velho encurta a vida dela e um marido mais jovem também proporciona o mesmo efeito.

Casar com homem da mesma idade é mais saudável

 Casar com homem da mesma idade é mais saudável

Vejamos os resultados: um homem que é sete ou nove anos mais velho do que sua esposa tem uma taxa de mortalidade 11% menor do que um homem cuja esposa tem a mesma idade. Contudo, uma mulher que é sete ou nove anos mais velha do seu marido tem uma taxa de mortalidade 20% maior do que se ela estivesse casada com um homem da mesma idade.

A explicação “clássica” seria de que homens mais saudáveis acabam escolhendo parceiras mais jovens que por sua vez têm maior expectativa de vida. Tais esposas mais jovens trazem para o casamento alguns benefícios, especialmente psicológicos e sociais, para o homem mais velho: além da vitalidade maior, a mulher mais jovem pode ser uma “cuidadora” na idade mais avançada, ajudando a prolongar a vida do parceiro.

Para Sven Drefahl, líder da pesquisa, ainda há dúvidas nestas explicações e afirma que ainda não estão claros quais são os motivos para as diferenças de mortalidade por causa de intervalo de idade das esposas.

Um das hipóteses que ele levanta é sobre a qualidade das amizades do homem e da mulher ao longo da vida. As mulheres costumam ter mais amizades íntimas fora do casamento do que o homem. Além do que, um marido mais jovem não ajudaria a aumentar a expectativa de vida de sua esposa mais velha por tomar conta dela, ou para fazer caminhadas, pois ela tem amizades que poderiam fazer isto por ela. Mas, o homem mais velho não tem.

 Casamento com homem mais novo deixa a mulher mais tensa

Assim, a mulher mais velha não obtém benefícios de um parceiro mais jovem. Outro fator abordado no estudo é que a diferença de idade entre o casal onde o homem é mais novo é encarada pela sociedade como algo que vai contra as normas sociais e daí, o casal, e especialmente a mulher, pode sofrer certa marginalização e receber menos suporte social. Como consequência, o casal experimentaria uma vida menos prazerosa e mais estressante reduzindo a saúde e finalmente aumentando a mortalidade. Importante: isso são especulações.

A boa notícia é que mulheres e homens casados ou em união estável, tendem a ter uma vida mais longa do que as pessoas não casada. Vale destacar que num “mau casamento” onde os cônjuges bloqueiam as reações emocionais frente a uma ofensiva ou crítica injusta do parceiro, o risco de morte é duplicado. Já no “bom casamento” os efeitos positivos são reais na saúde do casal.

Bibliografia

Harburg E. in Harbor A. A good fight may keep you and your marriage healthy. Disponível em http://www.ns.umich.edu/htdocs/releases/story.php?id=6286.

http://www.sciencedaily.com/releases/2010/05/100512062631.htm.

 

Ponto G

O ponto do prazer

Cumplicidade favorece desempenho sexual

 

Você já ouviu falar no ponto G? Conhecido por ser a área erógena mais misteriosa do corpo, as mulheres e os homens buscam desesperadamente encontrar este ponto em busca de prazer.

O prazer de uma forma fácil, tranquila, acompanhada de afeto, carinho e sussurros ao pé do ouvido.

 

O ponto G existe?

O ponto G precisa ser descoberto

 

Então, dizem que o ponto G está na entrada da vagina, na parte de cima, mais ou menos 1 a 1,5 cm para dentro, na região central. Não custa tentar localizá-lo, afinal de contas, sexualidade é um aprendizado. Fantasiar algo em pensamento ou realizar uma fantasia, ajudará muito.

 

Se você não pensar em sexo, como vai encontrar o ponto G?

Elas é que mandam

 

A partir daí, você pode se tocar usando um gel a base de água, estimulando a região da parte superior da vagina, bem na entrada, você pode se surpreender com sensações prazerosas, as quais podem inclusive levar ao orgasmo.

Mas, é bom lembrar que o orgasmo vaginal ocorre apenas em 30% das mulheres, e, portanto se não ocorre com você, poderá tentar outras vezes, inclusive com o parceiro.

 

Conheça seu corpo e o ponto G

Conheça o seu corpo

 

Por que será que nesse momento as mulheres sempre estão preocupadas com os filhos, suas lições, seus afazeres domésticos, organização da casa, compras do dia seguinte, problemas do trabalho, ou mesmo as mágoas e ressentimentos do companheiro?

O mais importante é que conheça seu corpo, que é um parque de diversões e cabe a você achar quais são os pontos mais excitantes, e não simplesmente um ponto G. Faça bom uso com o seu parceiro.

 

Quando estiver fazendo sexo pense em sexo

Pense em sexo quando fizer sexo

 

Talvez esse seja um aprendizado a copiar dos homens: pensar em sexo quando estiver fazendo sexo.

O importante é você ter orgasmo, não importa qual foi o ponto de partida. Seja Feliz!

 

 

 

 

 

 

Comportamento: Sexualidade no casamento

Empecilhos na vida sexual

Sexualidade não se resume a sexo, engloba afeto, carinho e troca, muito importantes na manutenção do casamento. Para que a união dê certo e a questão da sexualidade seja bem resolvida, é preciso compreender as diferenças existentes entre o homem e a mulher, como o tipo de orientação que, culturalmente, cada um recebe antes de subir ao altar.

Enquanto o homem é preparado para proporcionar prazer, a mulher é orientada para cuidar de alguém. Essa divergência pode interferir na vida sexual do casal. A comum frase feminina “Eu te amo, apenas não estou com vontade de transar com você” pode ser interpretada como uma rejeição pelo homem, pois ele sente sua masculinidade ferida.

Antes de saber como enfrentar esse dilema conjugal, é importante entender as fases pelas quais passa o casamento e os motivos que levam à redução do interesse por sexo. A primeira fase, que dura em torno de dois a três anos, é a da paixão e do endeusamento, em que os defeitos do amado são ignorados ou minimizados.

O momento seguinte é a crise de conhecimento. Os defeitos começam a ser enxergados e passam a incomodar. Nessa fase, é necessário aprender a respeitar as diferenças, ao invés de gastar tempo e energia tentando mudar o outro. Passada a crise, a relação amadurece e entra na fase do companheirismo, de fazer projetos para o futuro, como o de constituir uma família.

Mais filhos, menos sexo

A chegada dos filhos pode se tornar uma ameaça para a preservação da vida íntima do casal. A esposa tem que conciliar a jornada de trabalho com a de mãe, o que muitas vezes a deixa cansada para o sexo. Viagens e passeios de final de semana devem incluir as crianças, que precisam da atenção dos pais. Drible a falta de tempo deixando os filhos com a babá ou com alguém da família, assim o casal poderá curtir um programa a dois. Também vale a pena ir ao motel, uma boa maneira de sair da rotina.

A transição dos filhos para a adolescência motiva outro período crítico no casamento, pois os pais podem divergir na forma de conduzir a educação. O confronto de ideias não pode distanciar o casal, é preciso que os dois dialoguem e busquem a unidade para conseguir orientar os filhos.

Superados esses desafios, o tempo traz ao casamento um amor maduro, sustentado pelo companheirismo e respeito. Tais virtudes são fundamentais para manter um relacionamento longo e garantir sexo com qualidade, não quantidade. O abraço, o sorriso e o namoro devem sempre ser cultivados, possibilitando vários “recasamentos”.

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Veronica H: Só numa multidão de amores

‘ Não me deixe ir, posso nunca mais voltar. ‘ Clarice Lispector

Eles não estavam trocando juras de amor, não andavam de mãos dadas, nem se chamavam por nomes infantis. Não tinha pieguice romântica ali. Mas foi a cena mais doce que eu vi: dois olhares se encontrando. Não só se encontrando: se confortando, se sabendo, se completando. Eu notei que eles eram algo além de amigos, que se desejavam e se protegiam, e foi só pela cumplicidade dos olhos, que deixavam de ser dois e se enlaçavam quatro.

Eu quis então ter um olhar pra mim. Não alguém pra chamar de meu, como diz o clichê, como grita a conveniência, mas um olhar que fosse meu por puro encaixe. Foi um pouco de inveja, talvez. Eu soube naquelas duas pessoas que elas não se sentiam sozinhas ou perdidas. Que mesmo depois de um dia cheio e chato, tinham uma certeza de carinho. E eu quis. Quis algo além da rotina do trabalho e gente fabricada com seus narizes perfeitos e cabelos penteados. Quis algo certo como o frio na barriga e a respiração travada, o coração esquecendo de bater. Quis algo errado que me fizesse bem só por escapar do caminho óbvio de toda noite. Uma espera no fim do dia, sabe? Essa espera. Não a espera de uma vida toda sem saber o que buscar pra ser feliz. Só sair do dia igual pra ter uma noite diferente. E tornar esse diferente comum só porque é bom estar perto.

Todo o amor que eu sufoquei por excesso de razão agora grita, escapa, transborda. Estou só numa multidão de amores, assim como Dylan Thomas, assim como Maysa, assim como milhões de pessoas; assim como a multidão de amores está só, em si. Demonstro minha fragilidade, meu desamparo. Eu não procuro alguém pra pentencer e ter posse, só quero uma fonte segura de amor que não dependa das obrigações, das falas decoradas, dos scripts prontos. Eu sei que eu abri mão de várias oportunidades. Sei que fiz pouco caso do amor que me entregaram de maneira pura e gratuita, só porque eu achava que podia encontrar coisa melhor. Se as pessoas estão sempre indo e vindo, eu só queria alguém minimamente eterno em sua duração, que me fizesse parar de achar normal essa história de perder as pessoas pela vida.

Vou embora querendo alguém que me diga pra ficar. Estou sempre de partida, malas feitas, portas trancadas, chave em punho. No fundo eu quero dizer “Me impede de ir. Fica parado na minha frente e fala que eu tenho lugar por aqui, que não preciso abandonar tudo cada vez que a solidão me derruba. Me ajuda a levar a vida menos a sério, porque é só vida, afinal.” E acabo calada, porque não faz sentido dizer tudo isso sem ter pra quem.

Eu não quero viver como se sobrevivesse a cada dia que passo sozinha. Não quero andar como se procurasse meu complemento em cada olhar vago. Eu acho que mereço mais que isso por tudo o que eu sei que posso fazer por alguém. E fico só esperando, na surpresa do dia que eu desencanar de esperar, um par de olhos que me faça ficar sem nenhuma palavra, nada além de dois olhos se enlaçando quatro. Nessa multidão de amores, sozinho é aquele que não espera.

Verônica H.

Boas maneiras no dia a dia

Boas maneiras em encontros a dois

Cavalheirismo faz parte da etiqueta

 

O convívio social pede hábitos à primeira vista insignificantes, mas que ajudam a manter uma relação harmoniosa com as pessoas a nossa volta e evitam alguns constrangimentos.

Ao sair, o casal deve seguir regras de boas maneiras para manter o romantismo e a postura em lugares públicos. Se a mulher subir uma escada, o homem subirá logo atrás. Para descer acontece o contrário, o homem vai logo à frente da mulher, protegendo-a de uma eventual queda.

O homem é quem entra primeiro no restaurante ou no teatro, pois é o responsável por falar com o maître ou por localizar a poltrona. No restaurante, o homem deve dirigir a palavra ao garçom. A mulher diz a ele o que quer e este transmite o pedido. Quando a nota chegar, é elegante conferir o valor com discrição.

Se casal encontrar algum conhecido, comentários sobre a intimidade dos dois devem ser evitados. É de mau gosto contar as divergências do casal e, pior ainda, pedir a opinião de outra pessoa. Na frente dos outros, marido e mulher não devem esquecer o respeito e a consideração.

Na hora da saída, a mulher vai à frente. Ao chegar ao carro ou táxi, o homem abre a porta para a acompanhante e entra depois.

Boas maneiras em eventos

Comporte-se sem exageros

 

Falar alto, gesticular com exagero, apontar, assobiar, falar palavrões e gírias na frente de pessoas com as quais não tenha intimidade são atitudes que devem ser evitadas.

Se você estiver com muito sono, peça licença e vá ao banheiro passar água fria no rosto. Não é de bom tom bocejar na frente dos outros, pois dá a entender que você não está apreciando o encontro.

Caso o evento seja na casa de alguém, deixe tudo na mais perfeita ordem: tampa do vaso fechada, papel no lixo, pia limpa, sabonete no local apropriado e toalha de mão bem dobrada e no lugar.

Em rodas de conversa todo tipo de assunto é falado, mas em determinadas situações é melhor ouvir do que falar. Quando alguém passa por uma tragédia e decide abordar o assunto, é de péssimo gosto fazer perguntas a respeito do ocorrido. Você escuta com pesar, mas não pergunta nada.

Em algumas situações, chamar a atenção soa mal. Se você for a um enterro, visita de pêsames ou missa use sempre roupa e maquiagem discretas e de cores neutras.

Boas maneiras no dia a dia

Tire os óculos ao cumprimentar alguém

 

A preocupação com o outro é um dos princípios da etiqueta provada com pequenos gestos que, no dia a dia, demonstram seu nível de educação.

Embora óculos escuros sejam charmosos, quando se aproximar de pessoas tire-os para que vejam o seu olhar.

Se receber dinheiro, não se acanhe de contar na frente da pessoa que o deu ou de conferir o cheque, mas faça isso com discrição.

Ao receber um livro emprestado, não se esqueça de devolvê-lo no mesmo estado em que o pegou. Assim que terminar de ler um jornal, dobre e deixe-o pronto para outras pessoas lerem.

Quando alguém viaja para longe ou mesmo se muda para outra cidade, faça uma visita de despedida. No dia do embarque, se você for muito íntimo, vá ao aeroporto, mas não monopolize o tempo do viajante, pois provavelmente ele precisa despedir-se de muitas pessoas.

Boas maneiras e o bom senso

Use o bom senso quando for ao hospital.

 

O bom senso também é necessário ao visitar um amigo ou parente no hospital. Se o paciente não for muito próximo, ligue para a família ou para o hospital para saber a que horas pode visitá-lo.

Não faça uma visita demorada e seja positiva tocando somente em assuntos leves e descontraídos. Se for feito algum tratamento durante a visita, saia do quarto e volte depois.

Todos nós estamos sujeitos a cometer gafes. Caso ela aconteça, aja como se nada tivesse acontecido. É o melhor jeito de disfarçar, e menos pessoas perceberão o ocorrido.

A etiqueta também influencia na sua vida profissional.

 

 

 

 

Os 7 sinais da paixão

Gestos e atitudes iniciais

O primeiro contato é visual

 

E não é que aconteceu? Você estava na hora certa, no lugar certo e o tão esperado príncipe (que você avaliou ser sua cara-metade) se materializou na sua frente. Depois de uns olhares furtivos, uma rápida checagem física, uns eletrizantes toques no seu braço e um papo meio desajeitado, você descobriu que está apaixonada. Você não tem dúvida: é ele.

Esse estado entorpecedor de felicidade em que desejo e atração física se misturam aos hormônios no cérebro e no corpo produz inúmeros “sintomas”. Geralmente o primeiro contato é visual: os olhares começam a se cruzar e discretamente vão se encontrando e finalmente, eles se fixam um no outro.

Quando há aproximação do casal, os dois tendem a inclinar o corpo na direção do outro e, sobretudo, olham para o rosto e lábios do outro como se nada mais existisse ao redor. Frequentemente se tocam levemente no braço durante a conversa. O sorriso é fácil. Às vezes, um dos dois pode gaguejar e se atrapalhar com as palavras. Atitudes estabanadas e um tanto ridículas aparecem nos primeiros encontros.

Sintomas físicos

A paixão tira o sono

 

Os primeiros contatos, seja pessoal ou virtual, causam sintomas físicos nos apaixonados. Há um aumento na produção de alguns hormônios como adrenalina, cortisol e endorfina. Por causa deles, aparecem alguns sinais corporais característicos: coração bate descompassadamente, a respiração acelera, as mãos ficam trêmulas, suadas e frias; a boca fica seca, as faces e os lábios mais avermelhados, as pupilas dos olhos se dilatam, há perda do apetite e dificuldade para dormir.

Alteração do humor

Humor dos apaixonados oscila

 

Euforia, intensa sensação de felicidade, exaltação e energia aumentada são muito comuns na paixão, assim como sentimentos de medo, angústia e dúvida. A mudança repentina de humor é muito comum, os apaixonados passam abruptamente da euforia do encontro à angústia da separação ou à incerteza de ainda ser “amada” pelo escolhido num fim de semana sem telefonema ou SMS.

Enfoque nas qualidades e omissão dos defeitos

Encantamento esconde os defeitos

 

Os apaixonados enxergam o mundo através de lentes cor-de-rosa. É o romance com toda a sua intensidade e brilho. Há um encantamento por tudo relacionado ao outro, tanto pelos hábitos mais irritantes (que no começo parecem charmosos e bonitinhos), como por aqueles agradáveis.

O eleito parece ser a pessoa mais perfeita do mundo, que não comete nenhum erro. Ambos mostram e só enxergam suas qualidades e virtudes e, por outro lado, ocultam seus defeitos. É fato: a paixão é cega, surda e até “emburrece” .

Pensamentos obsessivos

Pensar 24h na pessoa é sintoma da paixão

 

Uma das marcas registradas da paixão é pensar repetidamente no outro: durante o banho, no ônibus, durante aquela longa reunião, no carro, no almoço com os colegas de trabalho. O pensamento fica dando voltas e ocupa quase todas as horas do dia e da noite do apaixonado. Fantasias pueris ou sexuais com ele, estratégias para encontrá-lo e abordá-lo de forma inusitada, fixação em seus traços físicos e da personalidade: tudo é motivo para colocar a mente em intensa atividade.

Dependência emocional

A insegurança angustia

 

Os apaixonados sentem que estão ligados profundamente um ao outro e experimentam grande dependência emocional. O planeta todo gira em torno do casal.

Ambos sofrem uma extraordinária ansiedade pela separação. Sentem intensa saudade um do outro mesmo que a separação seja de pouco tempo. A insegurança e o medo pelo afastamento podem provocar intensas “cenas emocionais”.

Intenso desejo sexual e possessividade

Apaixonado é possessivo

 

O sentimento de “ele tem que ser meu” é muito forte. A testosterona, em ambos, está por trás de tanto desejo sexual. A exclusividade sexual é ardentemente desejada e caso haja suspeitas de infidelidade, o ciúme imediatamente entra em cena.

Por que tanta possessividade? A biologia tem uma explicação. Desde os nossos ancestrais, tais sentimentos provavelmente se desenvolveram por um importante propósito: direcionar os parceiros para excluir outros “concorrentes” e assim garantir que o ato de fazer a corte não será interrompido até que a relação sexual esteja completada. Afinal, a natureza sempre visa à perpetuação da espécie e tal possessividade ainda continua “inscrita” no nosso DNA e na nossa mente.

E qual a conclusão? Embora estar apaixonado seja vivenciar deliciosamente um turbilhão de sentimentos e comportamentos arrebatadores e únicos, a paixão também tem um lado ridículo, irracional, egocêntrico e obsecado. Conhecer seus sinais e saber identificá-los pode dar um sentido mais racional e equilibrado, mas nem por isso menos encantador, pois muitas bobagens e equívocos são cometidos, justamente nos momentos mais loucos da paixão.

 

A paixão estimula a criatividade

Amar é criar

 

Atire o primeiro poema ou frase de amor quem nunca libertou sua criatividade e imortalizou o seu amor. Pois é, todos nós já tivemos, mesmo que secretos, momentos de grande inspiração para criar “obras” ou situações com o intuito de chamar a atenção ou fazer o eleito se sentir feliz.

Uma pesquisa recente liderada pela psicóloga Nira Liberman da Universidade de Tel Aviv demonstra que quando pensamos sobre o amor romântico – mas não sobre sexo, exclusivamente – isto nos provoca um “pensar mais global” sobre as coisas, o que nos leva a ter mais facilmente novas ideias. Em outras palavras, a paixão, comprovadamente, pode nos inspirar a ser mais criativos, com uma visão mais ampla do relacionamento.

Ao longo da história da humanidade, o amor tem inspirado inúmeras obras de arte, da imortal peça teatral de Romeu e Julieta, ao incrível mausoléu Taj Mahal, além de músicas, poemas, novelas, romances e filmes. E aí surgem questões óbvias: por que a paixão é uma emoção tão estimulante? Por que se apaixonar – ou pelo menos pensar no amor – leva a esse impulso de produtividade criativa?

Sexo tem efeito inverso

 

O amor nos faz pensar diferentemente e desencadeia um processamento global do pensamento, o que por sua vez promove pensamentos criativos e interfere em nossos pensamentos críticos e analíticos. Já os pensamentos sobre sexo, exclusivamente, têm o efeito oposto: provocam um processamento de pensamentos “locais”, analíticos e críticos, e interferem menos na criatividade. Confuso? Vamos destrinchar isso.

O amor romântico, ou a paixão, provavelmente induz a perspectivas de longo prazo , enquanto o desejo sexual induz a perspectivas de curto prazo. Isto ocorre porque o amor, caracteristicamente, vincula desejos e objetivos de ligação duradoura com uma pessoa, enquanto o desejo sexual está tipicamente focado unicamente na atividade sexual, no prazer “aqui e agora”.

Agradar ao outro estimula criatividade

 

Vamos à prática: quando você cogita dar um presente para alguém, geralmente foca em opções concretas como o que agradaria à pessoa, além de alguns exemplos de objetos (um livro, um relógio, um perfume, um sapato) e, depois, como embrulhá-lo.

Contudo, se você pensar de forma mais global sobre o presente para o seu amado, você se inspirará e poderá considerar um presente como algo que fará ele/ela feliz. Isso pode, por sua vez, atrair para a sua mente ideias diversas e originais de como transformar o ato de presentear em algo personalizado, marcante e inesquecível .

Por acaso você já teve aquela ideia (ridícula, para alguns) de pendurar uma faixa na rua, na frente da casa dele ou dela com uma declaração escancarada de amor? Ou colocar centenas de bexigas vermelhas no quarto dele e se meter no meio delas com aquela lingerie sexy? Pois é, o amor provoca essa criatividade toda, com bloqueio da análise crítica e racional!

Paixão desencadeia “efeito halo”

 

O amor também influencia a forma como nós pensamos. Quando estamos apaixonados, geralmente nos esforçamos muito para fazer ou criar associações que não necessariamente são verdadeiras, por exemplo: “se ele é tão bonito, ele deve ser amável”. Tal fenômeno é chamado de “efeito halo”. Ou seja, cria-se uma verdadeira bolha ou halo de perfeição e ilusão ao redor do ser amado. E os pesquisadores acreditam que esse efeito também acontece com objetos dados ou recebidos do parceiro.

Enfim, talvez o amor, ou a paixão inicialmente, seja um modo potente para induzir em nós um senso de transcendência: mais do que viver o prazer decorrente do ato sexual, contemplamos o distante futuro na esperança de tornar a relação eterna. Ou pelo menos enquanto o amor durar…

 

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O verdadeiro amor: como encontrá-lo?

A procura pelo amor verdadeiro

O amor é uma questão tão antiga quanto o ser humano. Pois, apesar da cultura, do nível de educação, da religião ou do status econômico, no fundo temos os mesmos desejos básicos: amar, ser amada e ser feliz.

Pesquisas mostram que a paixão, um estado emocional eufórico, prazeroso e obsessivo com profundas alterações hormonais e cerebrais, tem grandes possibilidades de acontecer, em situações, por exemplo, com intensas emoções.

As emoções provocam reações químicas em nosso corpo

Circunstâncias como o início de um novo trabalho, sucesso na vida profissional, ganhar um prêmio, mudar de país, acabar um relacionamento, são sentimentos que provocam modificações cerebrais e hormonais, e acredita-se que podem “predispor quimicamente” a pessoa a se apaixonar e de alguma forma, suprir suas necessidades amorosas momentâneas.

Outras situações, em que se está relaxada e sem preocupações importantes, como durante viagens de férias ou praticando esportes, atividades físicas ou intelectuais, enfim algo que desperte prazer também podem ser favoráveis ao amor. Afinal, o cérebro está repleto de dopamina e endorfina, substâncias fundamentais na química da busca do amor, e que torna mais “suscetível” a provocar atração por alguém.

Mudanças de atitude para encontrar o amor

Todavia, como encontrar o verdadeiro amor? Se você realmente quer conhecer a resposta para esta questão, então esteja preparada para fazer uma viagem ao mundo do desenvolvimento pessoal.

Existem três coisas que você precisará fazer para encontrar o amor:

  • Abrir sua mente;
  • Abrir seu coração;
  • Ter disposição para mudar.

Veja a seguir as etapas para alcançar ou ao menos, tentar o objetivo amoroso.

Ame a si mesma, primeiramente

Se você não é feliz com você mesma, não será feliz ao lado de alguém. Aprenda a se aceitar e se respeitar. Frequentemente, nós procuramos por pessoas que nos completam. O ideal é que você já comece o relacionamento de forma íntegra, sem esperar que o outro preencha os seus vazios ou carências. Colocar as responsabilidades pela sua felicidade nos ombros do ser amado é desleal e injusto.

Não focalize sua vida na busca do amor

Parece ilógico, mas é verdade! O primeiro passo para encontrar o amor é não persegui-lo de forma obsessiva. Não espreite o futuro candidato em todo lugar ou situação, pois quanto mais você persegue, mais eles fogem dessa caçada desenfreada.

Aliás, a frase da peça teatral, As alegres comadres de Windsor, de William Shakespeare, sabiamente diz: “Tal como a sombra, o amor corre de quem o segue: foge, se o perseguis; se fugis, vos persegue.”

Faça atividades de que você gosta

Elabore uma lista das atividades que você gosta de fazer, por exemplo: andar de bicicleta pelas ciclovias de sua cidade especialmente nos fins de semana; ou uma caminhada no parque nas horas de maior movimento.

Pesquise lançamentos de livros e pré-estreias sobre temas que você gosta e frequente livrarias e cinemas. Faça cursos (fotografia, mecânica básica para carros, como dirigir um jipe, iniciação em golfe) planeje viagens ou comente matérias e posts de blogs sobre viagens e participe de encontros de confraternização dos grupos.

Estabeleça objetivos e seja confiante

Volte a estudar ou a fazer um curso de especialização, planeje assertivamente a evolução na sua carreira no trabalho, pare de fumar, inicie uma dieta com controle médico-nutricional para perder peso, reavalie suas despesas e gastos mensais, organize sua casa.Não esqueça: a possibilidade de encontrar alguém é maior quando você compartilha afinidades e gostos.

À medida que você investe em suas necessidades, objetivos e sonhos, estará também elevando a sua autoconfiança e autoestima. Se demonstrar mais confiança em suas atitudes, você se tornará uma pessoa mais atraente para os futuros candidatos. Parece óbvio e está comprovado pela ciência: pessoas autoconfiantes são muito mais sociáveis, atraentes e sedutoras, por isso têm mais possibilidades de encontrar novas pessoas.

Sorria!

Deixe-se levar por momentos alegres e descontraídos. Dê a você a permissão de sorrir e brincar. Tenha bom humor, principalmente, saiba rir de você mesma. Desfrute momentos de relaxamento mesmo entre os períodos mais pesados do trabalho. Presentei-se com pequenos mimos e atenções.

Enfim, saboreie a vida em todos os momentos e situações. Não se deixe paralisar pelo medo de se arriscar. Afinal, buscar verdadeiramente um amor implica sair da “zona de conforto” do seu mundinho, romper a mediocridade e estar aberta a novas possibilidades e pessoas.

Na sua opinião, na hora da paquera, quem deve tomar a iniciativa: o homem ou a mulher?

Paquera – Quem toma a iniciativa?

A insegurança da paquera

Vamos combinar que não tem palavra melhor para definir a fase pré-namoro do que paquera. O termo parece antigo, do tempo da vovó, assim como a sensação de insegurança que bate quando estamos a fim de alguém. O mundo mudou, as mulheres conquistaram direitos e quebraram tabus. Porém, a dúvida continua: devo chamar pra sair, insinuar ou esperar?

A história acontece quase sempre assim. Você se interessa pelo indivíduo do sexo oposto e começa a procurar formas de demonstrar o interesse. O processo fica mais fácil quando o interesse é mútuo, mas às vezes é preciso usar estratégias para chamar a atenção.

O que os homens dizem sobre a paquera

“Ser chamado para sair me deixaria um pouco constrangido, mas eu aceitaria. De qualquer forma, acho que prefiro que ela dê a entender.”, diz o fisioterapeuta Vinícius Beldi, 22 anos.

Pequenos gestos são suficientes para que o fotógrafo e editor de imagensMauro José de Paula, 36 anos, perceba o interesse. “Na minha opinião, o homem deve tomar a iniciativa, chegar junto. Mas é claro que precisamos identificar alguns sinais. Ser simpática já é uma forma de demonstrar interesse, dar atenção sem se jogar para cima de quem está a fim”.

O administrador Vinícius Almeida, 28 anos, é mais aberto a convites. “Aceitaria numa boa ser convidado pra sair, mas tem que saber chegar pra não parecer vulgar. Mulher não pode chegar se oferecendo, querendo logo beijar. Um olhar e as palavras certas fazem a diferença!”, afirma.

E o assessor de imprensa Diego Segura, 23 anos, completa: “Não vejo problemas quando a mulher me convida para sair, contanto que faça de uma maneira sutil, sem me colocar contra a parede. Insinuar também é legal, mas é complicado porque em muitos casos os caras podem não perceber e ela vai ficar chupando o dedo.”

Estratégias femininas na paquera

O jogo da sedução mantém alguns valores machistas, como o de que o homem tem que cortejar a mulher e conquistá-la. Em tempos de libertação feminina, a mulher cria estratégias para lidar com isso sem ser submissa.

Claudya Toledo, fundadora da A2 encontros e que há vinte anos forma casais acredita que a mulher toma a iniciativa sem o homem se dar conta. “A mulher sabe mover o homem para chegar até ela”, revela.

E quando se está frente a frente com o gato, como saber se vai rolar algo mais? No livro “Manual da cara- metade”, Claudya dá dicas para saber se a paquera vai engrenar.

Linguagem corporal na paquera

  • Se a pessoa está sentada e fica com uma bolsa, mala ou qualquer material no colo está na defensiva;
  • Se os pés da pessoa estiverem voltados para você, ela está na sua. Se estiverem apontados para outro lado, a atenção está seguindo os pés;
  • Se a pessoa se volta para você, frente a frente, está interessada no assunto e em você. Se estiver voltada para outro lugar, está prestando atenção em outra coisa;
  • Se a pessoa se debruça para frente em sua direção, ótimo, está muito interessada. Se for para trás, se retraiu. Se cruza os braços, se fechou. Mude de assunto;
  • Se a mulher sorri e passa a mão nos cabelos, está interessada. Se o homem passa a mão no queixo ou coça a barba, também está interessado. Uma forma de mostrar que também está a fim é colocar as mãos no bolso, o que significa que está apontando para o seu órgão sexual;

Cartadas finais da paquera

Para demonstrar que está paquerando, use o olhar flecha, um mirar intenso nos olhos do outro que se mantêm por uns 15 segundos. Se você for mulher, desvie depois do olhar e sorria. Se você for homem, continue e permaneça até que ela desvie, depois coce a barba ou pegue no queixo;

Dançar solitariamente é muito atraente. Se for a um lugar que tenha música, dance consigo mesma. É muito atraente para o homem assistir à mulher numa dança solitária. Opte pelo gênero doce, leve e sinuoso;

A forma como o papo se desenrola pode ser um grande indício de que a paquera vai dar certo. Os apaixonados encadeiam a conversa, um fala e o outro completa, a conversa vai pegando um ritmo. Quando pintar um silêncio, não diga nada, apenas olhe e sorria. Hora do homem aproveitar a deixa e agir!

 

A dor da traição masculina

As conseqüências dessa dor!

A dor da traição masculina

 

O que é a traição? Por definição é a quebra de um contrato de fidelidade. O que consideramos traição? A traição física, a traição virtual (internet)? Será que existe diferença? Por que o homem trai mesmo se está apaixonado? Será que é apenas pelo sexo, sem sentimento afetivo envolvido?

Seja de que forma for que a mulher sinta a traição, ela vem acompanhada de dor, portanto vamos falar desse sentimento e suas repercussões dentro da sexualidade.

A mulher casa envolta em romantismo, certa de que achou o príncipe encantado e será feliz para sempre. Isso implica mesmo que ela não invista no relacionamento, na sexualidade, nas mudanças corporais acentuadas do envelhecimento, etc. Ela acredita que o homem a amará para sempre e tudo isso não tem importância, pois nos contos de fadas seremos felizes para sempre com o nosso príncipe encantado. Já o homem fica envolto em outra questão do seu próprio romantismo: “Essa mulher será linda para sempre, jovem para sempre, terá esse corpo para sempre e principalmente terá desejo sexual por mim sempre na mesma proporção e intensidade que eu”.

Porém, no momento que esse romantismo for sendo quebrado, se reconhece os defeitos de cada um e fica claro que as diferenças (masculinas e femininas) precisam ser entendidas, respeitadas e trabalhadas para se obter o crescimento desse casal.

A dor da traição masculina
Geralmente a mulher tenta ficar no relacionamento a qualquer custo, fingindo que está tudo bem; quando na verdade está cheia de mágoas e ressentimentos, o que diminui seu desejo sexual e sua lubrificação. Com isso ela passa a ter dificuldades de atingir o orgasmo, o casal se distancia porque perdem a intimidade emocional e sexual. E o homem? Ele acha mais fácil arrumar uma terceira pessoa para quem canaliza apenas sua sexualidade. Assim, é mais fácil (teoricamente) enfrentar as dificuldades e reorganizar o casamento. Lembremos que o inverso também é verdadeiro.

Os homens traem mais por razões ligadas à sexualidade: atração sexual junto a circunstâncias favoráveis (oportunidade); e as mulheres, geralmente por motivos ligados ao casamento (falta de afeto, rotina), e também por vingança (já foi traída, decepção, desamor, raiva do parceiro).

A dor da mulher traída não é maior ou menor que a dor de outra mulher, pois não existe competição de dor. A dor de cada uma é a maior dor do mundo e precisa ser respeitada. A mulher traída ou a que acha que seu parceiro não tem qualidades suficientes; amam o parceiro a tal ponto que tentam perdoar-lhe e seguir em frente, reajustando esse relacionamento. Isso é o que ocorre na maioria dos casos.

Mas, existe algo de bom na traição! A mulher cresce como ser humano dotado de uma força maior, que a ensina a cuidar dela mesma, investir no seu ganho financeiro, nas suas perspectivas pessoais, assim como em suas escolhas masculinas. Essa mulher aprenderá a dar valor a ela própria e seu saldo será positivo. Como dizia Simone de Beauvoir: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”.

A dor da traição masculina
Dessa traição pode crescer uma nova mulher, renascer um novo casamento, chamado RECASAMENTO (casar com a mesma pessoa), e o homem também pode amadurecer, repensar, criar valores; e os dois juntos, agora mais maduros, escolhem casar novamente, com um novo estilo de vida e com maiores chances de trocas e companheirismo. Nesse momento, a mulher trabalha o perdão a si próprio, pois geralmente sente-se culpada pela traição masculina, e também o perdão ao outro.

As dificuldades sexuais da mulher advêm de uma baixa de auto-estima, pois se sente comparada à outra mulher e se sente perdedora. Então, essa mulher retoma o relacionamento, porém com diminuição de desejo, ou até sem conseguir mais ter orgasmos. É preciso entender que a responsabilidade da traição é de quem trai, pois ninguém tem como vigiar o outro, 24 horas por dia, então cada um é responsável pelos seus atos, e sabe que tudo na vida tem suas conseqüências.

O enfrentamento de tudo isso é mais fácil, se a mulher tem um parceiro interessado e preocupado em compartilhar a sua dor. É o respaldo emocional que ele lhe vai dando aos poucos para que com calma supere a dor, que cicatriza. A ferida aberta dói, porém a cicatriz é lembrada de vez em quando, olhamos para ela, mas ela não dói mais…

As conseqüências de uma traição vão desde a disfunção do sistema familiar, como um verdadeiro encontro do indivíduo consigo mesmo, renovado para viver, mas também pode levar a uma desestruturação da psique feminina, assim como ódio, depressão e desconfiança. Portanto, qualquer que seja o enfrentamento que a mulher faz da sua dor perante a traição, ela precisa de ajuda para superá-la, então não hesite em procurar ajuda de um terapeuta especializado para que esse processo ocorra o mais rápido possível.

 

Ciúmes no relacionamento: homens e mulheres são diferentes?

Doses controladas de ciúme podem rejuvenescer e manter o jogo da sedução

Ciúmes no relacionamento: homens e mulheres são diferentes?

Você já sentiu ciúmes alguma vez na vida? Muito provável que a resposta seja positiva. Pois é, este monstro de olhos verdes, assim descrito por Shakespeare, parece sempre rondar os relacionamentos amorosos. Ele é uma emoção instintiva, natural – um sinal de alerta de que o parceiro pode ser “perdido” para um concorrente.

Pesquisas realizadas nas áreas da biologia e psicologia evolucionista mostram que os homens tornam-se muito mais ciumentos sobre a infidelidade sexualdo que sobre a infidelidade emocional. As mulheres são o oposto, ou seja, são mais ciumentas quando há traição com envolvimento emocional do parceiro.

Uma das teorias afirma que essa diferença tem origem nos ancestrais homens das cavernas que eram rigorosos vigilantes em relação ao sexo porque eles não tinham absoluta certeza de que seriam os pais dos filhotes de sua parceira. Manter e proteger filhotes de um concorrente não seria produtivo, pois despenderia muita energia e recursos para uma prole “alheia”.

Por outro lado, as mulheres tinham mais receio de um envolvimento emocional amoroso do parceiro com a “outra”, pois perderiam a proteção e os recursos para a própria sobrevivência e dos seus filhotes.

Um novo estudo feito na Pennsylvania State University, Estados Unidos, sugere uma explicação alternativa para essa diferença “biológica”. Os pesquisadores não questionam a diferença sexual fundamental a respeito do ciúme, eles adicionam um elemento para essa diferença. Afirmam que a diferença pode estar enraizada mais nas diferenças individuais, na personalidade, do que, simplesmente ser o resultado do histórico de relacionamentos amorosos de cada um.

Sexo ou sentimento?

Ciúme no relacionamento

Por exemplo, pessoas que afirmaram ter ciúme de relacionamento unicamente sexual tendiam no seu histórico de relacionamentos anteriores à rejeição ou resistência a criação de vínculos, denominados de “tipos de ligação”. Esses tipos de ligação ou vínculo são baseados na ideia de que nossas respostas às situações perigosas ou aflitivas estão radicadas no comportamento dos nossos pais e nas experiências da infância.

Tanto homens como mulheres com “estilos de ligação” para a rejeição, cujos pais tendiam a ter comportamentos distantes e frios, evitam a intimidade e empenham-se para manter a independência, o que faz que sintam e reajam mais intensamente à infidelidade física (sexual) do que à emocional. Os psicólogos afirmam que essa pode ser uma estratégia de defesa, uma proteção contra sentimentos, “profundamente guardados”, de vulnerabilidade.

Aliás, os estudos indicam que os homens geralmente são mais “propensos” aos tipos de “ligação de rejeição” do que as mulheres, o que pode ajudar a explicar tal diferença entre os sexos.

Portanto, a influência de elementos psicológicos, culturais e ambientais, além do nosso “ancestral DNA”, pode ter um papel importante quando o ciúme resolve invadir um relacionamento.

E o que fazer para evitar que esse monstro tome conta da vida do casal?

  1. Identifique a causa, a circunstância ou a situação que provoca o ciúme. Questione se você tem alguma prova real que pode colocar seu relacionamento em perigo.
  2. Faça uma avaliação realista e neutra da causa do ciúme.
  3. Considere as explicações do outro lado de forma mais racional possível. Questione se você está criando motivos para o parceiro ter “comportamentos suspeitos” com outra pessoa.
  4. Esforce-se para construir sentimentos de confiança, respeito e cumplicidade no seu relacionamento, compartilhe segredos com seu parceiro e estimule-o a fazer o mesmo.
  5. Evite situações que podem ser os “gatilhos” para o ciúme, tais como ir a um restaurante em que ele frequentava com a ex.

Enfim, se houver a construção gradual e paciente de um vínculo livre entre dois adultos independentes, é muito provável que sentimentos de posse não terão vez entre o casal. Leia mais sobre a dor da traição masculina.

Fontes consultadas:

  • BBC.co.uk: Understanding Jealousy
  • CNN.com: Controlling the Jealousy Monster
  • PathwaytoHappiness.com: Overcoming Jealousy

Você é uma pessoa interessante?

Construa uma pessoa interessante

Seja uma pessoa interessante

 

É provável que em alguns momentos da sua vida você deve ter se questionado sobre ser ou não uma pessoa interessante. Às vezes dá a impressão que nem todas as pessoas nascem com o atributo “ser interessante”. Mas temos uma boa notícia: com vontade e disposição ele pode ser construído ao longo da vida. E, se você já é uma pessoa tida (por você e pelos outros) como charmosa e carismática, lembre-se que essa qualidade pode ser aperfeiçoada.

Para ser uma pessoa interessante, antes de tudo, você tem que ser interessado pelas pessoas, pelas coisas, enfim, por quase tudo que acontece no mundo. Tem que ser antenado e, principalmente, curioso.

Cultive o hábito de querer saber mais, desvendar, conhecer coisas e pessoas diferentes, raras e originais. Busque pontos de vista incomuns e inusitados de um mesmo tema, livro, obra de arte, filme, música etc.

Estar aberto para novas ideias, conceitos, pontos de vista e críticas pode transformá-lo numa pessoa mais atraente tanto para seu relacionamento pessoal -familiar ou amoroso – como para as relações profissionais, de amizades ou de grupos com interesses semelhantes.

Para facilitar, nas próximas páginas você vai conhecer uma lista com alguns ingredientes que podem ser “empurrõezinhos” para transformá-lo em uma pessoa mais interessante.

Seja simpático e generoso

Explore as afinidades

 

Exercite a sua capacidade de sintonia e afinidade com as outras pessoas. Tente ser solícito e ter iniciativa em situações no dia a dia (ajude um deficiente físico na rua, dê o assento para um idoso no ônibus ou no metrô, dê passagem para um carro ou faça um trabalho voluntário).

Tente se colocar no lugar do outro ou se identificar com o que ele sente.Exercite a empatia. Dê atenção sincera e procure entender por que a outra pessoa tomou certas atitudes que, num primeiro momento, podem lhe parecer estranhas ou erradas.

Além disso, tenha interesse genuíno pelas pessoas. Demonstre por meio de palavras e gestos o seu interesse autêntico pelo outro. Lembre-se que cada pessoa é um verdadeiro livro de histórias, aprendizados, erros, acertos, comédias, tragédias. Tente conhecer e extrair das pessoas o que elas têm de bom para dar.

Saiba conversar

A comunicação perfeita é sua aliada

 

Para começar uma conversa, procure fazer perguntas e vá descobrindo gradativamente quais são os interesses da outra pessoa. Porém, o faça de maneira elegante e sincera. Se sua timidez for grande, tenha em mente um pequeno roteiro, mas cuidado para não tornar o questionário artificial e desprovido de naturalidade e espontaneidade.

Procure, dentro do possível, ser objetivo, claro e sucinto nas suas histórias e descrições. Tente não ter sempre o monopólio das atenções e ser o chato cheio de palavras da turma. E, importante, não fale somente de si mesmo. Deixe o outro falar, se expressar, se mostrar e até desabafar. Não esqueça que muitas vezes a melhor palavra de apoio e compreensão é o silêncio.

Tente fazer seu marketing pessoal de forma simples e verdadeira. Um bom exercício é observar outras pessoas que você julga interessantes ou fazer cursos como teatro para melhorar sua expressão verbal e corporal.

Não esqueça que nosso corpo fala e muito! A todo o momento estamos emitindo e captando sinais, gestos e atitudes. Geralmente, fazemos isso de forma inconsciente. E muitas vezes não percebemos que estamos expressando muitas emoções, sejam elas boas ou ruins, como alegria, prazer, descontentamento, rejeição, antipatia, etc. Portanto, tente se conhecer corporalmente melhor para poder ter um pouco mais de domínio sobre sua linguagem corporal.

Viaje e tenha hobbies

Tenha história para contar

 

Se possível, busque informações sobre roteiros que gostaria de fazer, troque ideias (via blogs e redes sociais) com viajantes veteranos, e faça viagens. Você terá muita coisa interessante para contar, desde vivências e impressões sobre lugares diferentes até os “micos” da jornada.

Também procure fazer alguma atividade nas horas vagas que desperte prazer, satisfação e relaxamento. Pratique algum esporte ou simplesmente faça caminhadas com frequência, fotografe, faça cursos, colecione algo. Descubra alguma aptidão esquecida como desenho, pintura, artesanato em madeira, escultura, costura, tricô.

Procure ler muito. Faça passeios semanais em livrarias, compre revistas com temas diferentes do que costuma ler, selecione na Internet assuntos de seu interesse e vá fundo na pesquisa.

Viva intensamente

Mulher pulando na praia

Tenha atitudes positivas em relação ao seu mundo interno e às pessoas que o rodeiam. Encare a vida com leveza. Comum simples sorriso, muitas portas e possibilidades podem ser criadas. Exercite seu sorriso sincero e guarde na gaveta aquele sorrisinho amarelo, forçado e sem graça.

Valorize o passado, saboreie o presente e tenha sonhos para o futuro. Viva intensamente cada momento de sua vida e aproveite o que as pessoas, as situações e as coisas podem lhe oferecer, com os bons e os maus momentos, os erros e os acertos.

Procure não reclamar por qualquer motivo. Enfim, afaste de você a síndrome da hiena Hardy, com resmungos do tipo: “Eu sei que não vai dar certo! Ó dia! Ó vida! Ó azar!”. E, importante, não esqueça a primeira lição: para ser interessante, você tem que se achar e acreditar que é interessante.

Descubra se você se gosta verdadeiramente (caso contrário, procure ajuda profissional) e conheça seus pontos frágeis que devem ser melhorados para se tornar mais atraente e fascinante para os sete bilhões de habitantes deste planeta.

Você se considera feliz?

Oxitocina e as brigas de casais

Cientistas estudam os efeitos do hormônio do amor, a oxitocina

Oxitocina e as brigas de casais

 

Você deve ter refletido em algum momento de sua vida que não é fácil encontrar a tão desejada “cara-metade”, mas manter um relacionamento, também, não é nada simples.

Relacionamentos são difíceis e complexos; basta colocar sob o mesmo teto dois seres humanos, alguns sentimentos românticos e a tal “rotina”, que conflitos e atritos podem estar a caminho.

É possível que a maioria das pessoas já tenha passado pela experiência de não ter mantido uma comunicação positiva e racional com o parceiro quando problemas estressantes são discutidos, como finanças da casa, o tempo dedicado aos filhos ou ao próprio parceiro, dentre outros probleminhas domésticos.

Mas, ao menos, começamos a entender melhor o que está por trás da atribulada construção do vínculo duradouro, ou seja, do amor. Uma nova área da ciência tem apresentado explicações interessantes sobre a biologia dos relacionamentos humanos.

Cientistas pesquisam os efeitos da oxitocina

Casal discutindo

Pesquisadores da universidade de Zurique, Suíça, investigaram os efeitos da oxitocina, “o hormônio do amor”, no relacionamento amoroso de casais.

A oxitocina é uma pequena proteína produzida no cérebro que afeta comportamentos tais como a confiança, empatia e generosidade. É capaz de estimular regiões do cérebro, como o sistema límbico, que controla as emoções e a interação social, diminuindo o medo e a ansiedade iniciais no começo de um relacionamento, além de regular a liberação de outra substância, chamada dopamina, responsável pela sensação de bem-estar, de prazer e de recompensa.

Os psicólogos suíços recrutaram 47 casais adultos heterossexuais que receberam oxitocina ou placebo, inspirado pelo nariz,  antes de entrar em uma discussão conflituosa no laboratório. A “sessão de briga” foi gravada em vídeo e, todo o comportamento verbal e não verbal dos participantes foi codificado.

A oxitocina aumentou o comportamento de comunicação positiva em relação ao comportamento negativo e, também, reduziu a quantidade do hormônio cortisol, liberado em situações de estresse, na saliva dos participantes, comparado com os que receberam o placebo.

Estes primeiros resultados nos mostram que a ciência está começando a compreender o poderoso efeito dos hormônios liberados pelo corpo em situações críticas de interações sociais, como uma briga de casal.

Entretanto, é necessário investigar muito tal química do relacionamento para que possamos entender qual o melhor uso desses “remédios do relacionamento” nas interações sociais, sejam elas amorosas ou não.

Os pesquisadores são cuidadosos quanto à utilização da oxitocina, pois faltam estudos para avaliar o uso contínuo do hormônio. Além disso, existem questões éticas que deverão ser discutidas quanto ao seu uso (e até abuso).

Enquanto a ciência procura esclarecer o que acontece com nossa química cerebral durante uma briguinha com o parceiro, podemos exercitar, e muitas vezes “a duras penas”, a expressão de forma respeitosa e sincera dos nossos descontentamentos com o parceiro. Fácil? Nem um pouco, mas vale tentar.

 

Como viver um relacionamento duradouro

Pesquisas mostram o que fortalece o amor

Como viver um relacionamento duradouro

 

Você já imaginou como seria conveniente e prático se depois do turbilhão de emoções da paixão, o piloto automático do romance duradouro fosse ligado e, num céu de brigadeiro incrivelmente azul e sem nuvens ou turbulências, o tão esperado amor voasse tranquilamente?

Seria maravilhoso se fosse assim. Mas, como qualquer desafio na vida, conquistar um relacionamento duradouro exige muita dedicação e persistência. Vamos conhecer ingredientes biológicos básicos.

Sexo e o hormônio do amor

Casal

Não há dúvida que o sexo é fundamental para a criação e a manutenção de um vínculo duradouro. Muitos estudos mostram que sexo traz uma série de benefícios para o casal: melhora a autoestima e o humor, reduz a depressão, estimula o dar e receber amor e, consequentemente, melhora a vida conjugal com a aproximação dos parceiros.

Pesquisas também têm indicado que um hormônio parece ser vital na sustentação de vínculos duradouros: a oxitocina, chamada de “hormônio do amor”. No caso do sexo, ela é liberada em grandes quantidades durante o orgasmo. A oxitocina, por sua vez, regula a liberação de outra substância chamada dopamina, responsável pela sensação de bem-estar, de prazer e de recompensa.

Mapa cerebral amoroso

Conexão

O centro de prazer e recompensa e o hipocampo, responsável pela detecção e memorização de novidades, são áreas cerebrais relacionadas ao vínculo do par em diversos mamíferos ou, no relacionamento entre pais e filhos.

Os pesquisadores notaram que casais apaixonados apresentam o mesmo mapa cerebral amoroso que animais monogâmicos que ficam juntos por toda a vida, como os camundongos do campo, os cisnes e as raposas cinzentas.

Um estudo norte-americano da Universidade do Sul da Califórnia, liderado por Robert Epstein avaliou 30 voluntários de nove países com cinco religiões diferentes. Ele descobriu que o amor entre os casais aumentou de 4 a 8,5 pontos, numa escala de 10, em uniões com mais de 19 anos.

Aliados do relacionamento duradouro

Casal rindo junto

Alguns fatores foram identificados nesses relacionamentos bem-sucedidos:

  • Comprometimento;
  • Vivenciar, em dupla, situações novas, vibrantes, desafiadoras e com risco controlado;
  • Cultivar a paixão ou “reapaixonar-se” diversas vezes;
  • Boa comunicação;
  • Celebrar o sucesso do outro;
  • Coragem de se expor;
  • Assumir a própria fragilidade, insegurança e dor;
  • Expressar interesse pelo outro;
  • Compartilhar segredos;
  • Compartilhar alegrias e situações positivas;
  • Predisposição a modificar comportamentos para satisfazer as necessidades do outro, ou seja, saber ceder;
  • Não exposição a “estressores externos” terríveis, como guerra ou perda de um filho;
  • Um dos parceiros não é altamente deprimido ou ansioso.

Obviamente, não existem fórmulas milagrosas para transformar instantaneamente a paixão num vínculo duradouro forte e sólido. Todavia, a associação frequente e ininterrupta da pessoa amada com a ativação do sistema de recompensa é a chave para manter a química cerebral dos primeiros momentos da paixão.

Viajar pode ser uma boa maneira de sair da rotina

Fazer atividades novas, diferentes das usuais, é uma ferramenta importante para criar e manter funcionando os circuitos do prazer no cérebro. Viajar, experimentar diferentes posições na cama, incluir novos objetos no ambiente, jantar num restaurante diferente, pensar novos planos e desafios com o parceiro, associam esses novos prazeres à presença do outro. O cérebro aprende que estar com o outro é ter prazer garantido e, por isso, o desejo e a excitação continuam presentes por décadas.

 

12 Dicas para um casamento feliz

Felicidade na vida a dois

Conserve a alegria no casamento

 

Pesquisas científicas concluíram que a paixão tem prazo de validade, com duração de aproximadamente dois anos. Seria o tempo biológico para o casal se desejar euforicamente, fazer sexo e procriar.

O problema é que depois do turbilhão químico que inunda o cérebro com hormônios e substâncias prazerosas, o corpo e a mente voltam ao normal. O príncipe ao seu lado se transforma, ou seja, você agora o enxerga como ele realmente é: um sapo com defeitos e manias, algumas delas, insuportáveis.

E se o casamento aconteceu em meio a essa paixão? Como construir e manter um relacionamento duradouro com amor, essa ligação tão íntima e cúmplice, por anos ou décadas? Veja nas próximas páginas doze dicas que podem fazer você refletir sobre seu atual relacionamento, descobrir fraquezas nas vivências passadas ou se preparar para uma futura relação.

Alimente a paixão no casamento

Alimente a paixão no casamento

 

Alimente a paixão em seu casamento. Com atitudes conscientes, tente criar na vida de vocês o mesmo clima de encantamento que impulsionou a paixão da primeira vez. Apaixone-se quantas vezes forem necessárias. Quanto mais você se sente encantada pelo parceiro, mais você se sentirá próxima e íntima dele.

Lembre-se dos bons tempos

Cultive o romance

 

Trate o seu parceiro como você fazia no início do relacionamento, valorizando muito mais as qualidades do que os defeitos. Faça uma lista de todas as coisas que vocês fizeram juntos desde o início do casamento e acrescente novas fantasias e coisas que ainda querem fazer. E não se esqueça de planejar para que esses desejos realmente sejam colocados em prática.

Valorize os momentos juntos

Reformar a casa pode unir o casal

 

Os momentos a dois devem ter qualidade. Aproveite o tempo que vocês passam em casa para curtir a presença do seu amor. Treine sua mente para pensar no aqui agora e não somente no trabalho. Inclua seu marido nas atividades do dia a dia, como levar seu cachorro ao veterinário ou mudar de posição os móveis da sala. Uma reforma na casa também é uma boa oportunidade para aproximar o casal e envolvê-lo em decisões como a cor da tinta das paredes.

Demonstre o seu amor

Demonstre o seu amor

 

Ajude o seu parceiro a se sentir mais amado e seguro do seu amor. Estimule-o para que ele se expresse e mostre mais seus sentimentos em momentos de intimidade e romantismo, mas sem acusá-lo de não ser romântico. Faça elogios, aplauda-o, dê um abraço. Pequenos gestos e gentilezas se transformam em grandes expressões de carinho no dia a dia.

Seja cúmplice do seu parceiro

Mantenha a cumplicidade até nas pequenas escolhas

 

Não tome decisões unilaterais, vocês dois formam uma dupla, uma sociedade em muitas situações, então ajam em conjunto. Assuma decisões junto com seu parceiro sobre grandes e pequenas coisas. Esteja disposta a cultivar o compromisso do casamento.

Substitua a culpa e a crítica por soluções e ternura. Resolvam os problemas juntos, sentem-se próximos, deem-se as mãos, toquem nas faces um do outro. Deem risada juntos de vocês mesmos ou assistam a uma comédia.

Cuide da aparência

Não descuide da forma física

 

A atração física é fundamental no casamento, por isso, não descuide da aparência.

Dedique um tempo para você, faça exercícios físicos, cuide de sua dieta alimentar e componha um vestuário com a sua marca pessoal.

Explore as afinidades

Façam um curso juntos

 

Quando os casais estão em crise no casamento, geralmente se focam apenas nas diferenças, enquanto os casais que estão apaixonados se focam nas semelhanças. Construa a compatibilidade planejando atividades relacionadas ainteresses em comum. Façam juntos um curso de línguas ou fotografia, por exemplo.

Não deixe o sexo em segundo plano

Reserve tempo para o sexo

 

Não deixe que a correria do dia a dia comprometa os momentos de prazer do casal. Como qualquer atividade, o sexo requer tempo e criatividade.

Preserve a individualidade

  Preservar a individualidade é saudável

 

Ficar junto com seu amado é maravilhoso, mas cada um necessita fazer atividades sem o parceiro, como sair com os amigos. Afinal, a vida social fora do casamento continua.

Curta a saudade

Sentir saudade é positivo para a relação

 

De vez em quando, fiquem um pouco longe um do outro. A expectativa do reencontro e a saudade podem proporcionar tanto prazer como o próprio reencontro.

Não queira mudar o outro

Não queira mudar o outro

 

Se você detecta que ainda existem atitudes ou características do seu parceiro que a incomodam, tente mudar algumas atitudes suas, além de sua forma de encarar tais situações. Com certeza, será muito mais fácil você mudar do que obrigar o outro a se transformar no modelo que persiste em sua mente.

Reflita sobre o seu casamento

Reflita sobre o seu casamento

 

Reserve um tempo para refletir sobre o seu casamento, sobre a vida que está levando com o seu parceiro e se é assim que sonhava estar neste momento. Pense no que está bom e no que precisa melhorar. E tente mudar atitudesque possam estar atravancando o sucesso da relação.

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