Mundo Pet: Vacinação em cães e gatos

Para bem estar de todos, vacine seu animal.

Vacinação em cães e gatos

 

Cães e Gatos hoje em dia praticamente fazem parte da família, muitos vivem dentro de casa em contato direto com as pessoas, principalmente com crianças. É muito importante que além do cuidado com a higiene, haja também um cuidado especial com a saúde dos animais. A principal forma de evitar doenças em cães e gatos é através da vacinação.

Quando filhotes, cães e gatos, devem ser vacinados mensalmente após o desmame, no segundo mês de vida. A partir do término deste esquema, o reforço deverá ser anual.

Atenção! Enquanto seu filhote não estiver com todas as vacinas em dia ele não deverá sair de casa, e tome cuidado para que ele só tenha contato com animais saudáveis.

Vacinação em cães e gatos

Exemplo do esquema Vacinal de Cães:

45 dias de vida – Primeira dose V8 ou V10
65 dias de vida – Segunda dose V8 ou V10
95 dias de vida – Terceira dose V8 ou V10 + Anti- Rábica

A vacinação dos cães protege contra diversas doenças: Cinomose, Hepatite Infecciosa, Leptospirose (4 diferentes sorovares), Parainfluenza, Coronavirose, Parvovirose e Raiva. 

Exemplo do esquema Vacinal de Gatos:

60 dias de vida – Primeira dose da quintupla felina
90 dias de vida – Segunda dose da quintupla felina + Anti-Rábica

A vacinação dos gatos protege contra diversas doenças: Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicevirose, Clamidiose, Leucemia Felina e Raiva.

 

Mundo Pet: Necessidades nutricionais em cães e rações comerciais

Você sabe qual tipo de ração é ideal para seu cão?

Necessidades nutricionais em cães e rações comerciais

Antigamente o cão era considerado estritamente carnívoro. Atualmente com o desenvolvimento de pesquisas em nutrição animal, a espécie canina é classificada como onívora, ou seja, possui uma alimentação variada, porém, a proteína constitui um dos principais elementos da sua dieta.

As principais necessidades nutricionais de um cão são:

• Proteínas: para construção e regeneração dos tecidos, músculos, estruturas nervosas, hormônios e enzimas. Também são componentes necessários das hemoglobinas e anticorpos.

• Carboidratos: para a obtenção de energia.

• Gorduras: para a saúde da pele e dos pelos e também obtenção de energia.

• Vitaminas e minerais: para equilíbrio dos líquidos corporais, crescimento e desenvolvimento da estrutura óssea, e reações químicas vitais no corpo.

• Água: essencial para todos os processos que ocorrem no corpo, desde a absorção de nutrientes até a eliminação de toxinas.

• Fibras: para um bom trânsito intestinal. Em algumas patologias como, por exemplo, a diabetes, a fibra é necessária para que a glicose ingerida na alimentação seja liberada e absorvida de forma mais lenta.

A quantidade de calorias que um cão necessita, varia de acordo com a raça, tamanho, nível de atividade física; além de outros fatores como idade, gravidez, lactação, estado de saúde, etc.

Existem no mercado diferentes marcas e classificações de rações comerciais. É importante entender algumas nomenclaturas para facilitar a escolha da ração.

Rações Super-Premium: São produtos extremamente balanceados nutricionalmente e produzidos com alta tecnologia. Utilizam as melhores matérias-primas em sua formulação, com ingredientes especiais, de alto valor nutricional, o que confere ao produto maior palatabilidade e digestibilidade. O animal come pouca quantidade e produz um menor volume de fezes.

Rações Premium: São produtos balanceados de boa qualidade. Utilizam ingredientes bons, porém de qualidade inferior a rações super-premium. Sua digestibilidade também é um pouco inferior.

Rações Standard: São formulações que utilizam matéria-prima de baixa qualidade. Podem sofrer alterações em sua fórmula de acordo com a safra de determinado ingrediente. Utilizam formatos diferenciados e corantes como atrativos comerciais. Possui baixa digestibilidade, o que faz com que o animal tenha que comer uma quantidade maior de ração para absorver o necessário.

Mundo Pet: Como alimentar corretamente cães e gatos

Ração ou comida de casa?

Ração animal

É obrigatório dar ração para os cães e os gatos? Não, o que é obrigatório é dar uma alimentação saudável e balanceada. E isso é mais facilmente alcançado com uma ração de qualidade do que com sobras de comida.

O que é um alimento balanceado? É um alimento no qual estão presentes os principais nutrientes, combinados entre si e que proporcionam uma melhor absorção e nutrição. Os principais nutrientes são as proteínas, os carboidratos, as gorduras, as vitaminas e os minerais. Uma comida caseira pode ser gostosa para seu bicho, mas carente de alguns destes itens.

Exemplo: fubá com carne moída. Tem carboidratos e proteínas, e alguns cães adoram. Mas e o resto dos nutrientes? Não tem! É uma alimentação carente de vitaminas e minerais, e isso vai se refletir em um animal não muito saudável nem muito bonito.

Qualquer ração serve? Não. Existem muitas rações nas quais os ingredientes não têm muita qualidade e, sendo assim, a alimentação também fica carente. Então a regra é a seguinte: tem de ser uma ração boa ou uma comida muito bem balanceada.

Apenas repetir as refeições da família para o bicho não é legal. Como é difícil para quem não é nutricionista fazer um planejamento alimentar, fica bem mais fácil apostar na ração de qualidade.

Alimentação inadequada pode causar doenças

Cachorro e gato olhando prato de comida

Vejo muitos casos de intoxicações alimentares em cães provocadas por salsichas, linguiças, carnes cruas ou gordurosas, comidas muito temperadas, etc. Por falar em linguiça, outro dia atendi um labrador, de um casal amigo, passando muito mal após comer linguiça.

Tem também a questão dos dentes: a comida caseira obriga escovações mais frequentes, para evitar a formação de tártaro nos dentes. Com o uso de rações, o problema do tártaro é bem menor.

Posso dar então um pouco de ração e um pouco de comida? Aí tem outro problema. O cachorro tende a rejeitar a ração quando tem a opção da comida. Diferente dos gatos, que adoram ração, e a preferem, os cães vão ficar olhando para você, como que perguntando: cadê a comida?

Por falar em gatos, a qualidade da ração também é muito importante. Hoje em dia, se tornou comum um problema chamado síndrome urológica felina. É um misto de inflamação, infecção e formação de cálculos (areia ou pedras) na vesícula urinária do gato macho, que podem acabar obstruindo sua uretra. O animal não consegue urinar, e se não for prontamente socorrido, morre. É muito mais comum acontecer com gatos que comem rações sem qualidade do que com os que comem boas rações.

No tocante à quantidade, isso pode variar conforme a fase da vida, a atividade, a personalidade do animal e a qualidade da ração. Teoricamente, uma ração mais forte deveria satisfazer com menor quantidade. Com certeza ela nutre com menos quantidade, mas cuidado com as indicações que vêm na embalagem, pois podem estar subestimando o apetite do seu cão. Na dúvida, dê sempre um pouco mais do que está indicado no saco.

Hábitos alimentares de cães e gatos

Gato comendo

Gatos não têm hora para comer, e em geral as pessoas deixam a panelinha sempre cheia e eles comem a quantidade que quiserem e na hora que quiserem. Isso se a ração for seca, pois não estraga. As úmidas, de latinha, estragam após algumas horas. Esse conselho de deixar comida à vontade para os gatos pode não ser cientificamente o mais certo e ocasionar gatos obesos, mas é o mais comum, pois muitos gatos não comem se o pote de ração não estiver bem cheio.

A minha gata é assim. Se o recipiente estiver ainda pela metade, ela “pede” para encher. Não come enquanto não encher. Aí tem de ficar de olho para a ração que está por baixo não estragar. É muito desagradável quando ela faz essas exigências às três horas da manhã, mas se não atender, o bicho literalmente pega! São várias patadas e mordidas até eu levantar.

Os cães têm o hábito de comer na hora em que você coloca a ração. Filhotes, por serem mais ativos, devem comer várias vezes ao dia. No mínimo três, podendo ser mais. Costumo recomendar pouca quantidade várias vezes ao dia. Já os adultos devem comer no mínimo duas vezes ao dia. O hábito de comer apenas uma vez ao dia não é legal e favorece uma doença grave chamada torção de estômago, pois o animal pode comer muito de uma vez, beber muita água e isso pode torcer seu estômago.

Acima de qualquer regra impera o bom senso. Animal magrinho pode estar comendo pouco. Obesos e os que fazem muito cocô podem estar comendo em excesso. O tempo disponível que cada um tem para tratar deste assunto também deve ser levado em consideração.

Quem fica muito tempo fora de casa, tem de deixar o rango garantido na sua ausência. A água deve ser oferecida em abundância e sempre fresca. Não descuide da higiene das vasilhas de água e comida, que devem ser constantemente lavadas e bem enxaguadas. Uma última observação para quem é vegetariano: já existe no mercado uma ração totalmente vegetariana para os cães e, até onde se sabe, oferece boa nutrição.

Aprenda a alimentar seu cachorro de acordo com a raça.

Dicas para montar um aquário

Monte seu próprio aquário, e escolha você mesmo seu novo amiguinho.

Se você pretende montar um aquário, mas não tem nenhuma experiência com esta prática, aconselho que monte um aquário de água-doce. É mais barato e mais fácil de mantê-lo em equilíbrio.

O aquário de água salgada é tentador por sua beleza, mas requer prática, uma verba gorda e muita paciência até que as condições biológicas estejam ideais para a introdução de peixes.

• Antes de iniciar a montagem, pesquise quais os peixes você quer ter em seu aquário. Se for a sua primeira experiência, procure criar peixes de manutenção mais simples como lebistes, néons, molynésias, platys…

• Escolha o tamanho do aquário que você pretende ter. Lembre-se que o tamanho do aquário limita a quantidade de peixes. Não se deve superpopulacionar um aquário, os peixes necessitam de espaço para nadar.

• Depois de escolhido o aquário, lave-o apenas com água e sabão. Não utilize produtos químicos.

• Escolha um tipo de filtragem adequado ao tamanho do aquário escolhido. Em lojas especializadas você encontra diversas opções de filtros e bombas.

• No fundo do aquário deve ir uma camada de cascalho. Este cascalho é importante para um bom agrupamento das colônias de bactérias que ajudam a equilibrar o pH do aquário.

• Coloque plantas no seu aquário. Lembre-se que as plantas mais verdinhas necessitam de mais luz do que as outras.

• A iluminação do aquário também depende do tamanho escolhido. Existem lâmpadas próprias para aquários. A luz ajuda na fotossíntese das plantas e deve ficar acessa em média 8 horas por dia.

• Após lavar o aquário e colocar o cascalho no fundo, deve-se colocar água filtrada e sem cloro. Depois de montá-lo, verifique o pH da água e deixe o aquário descansar por 7 dias antes de colocar os peixes.

Equipamentos básicos necessários para a manutenção de um aquário de água doce:

– Kit de teste de PH

– Sifão para limpeza

– Luminária

– Termostato

– Filtro biológico

– Bomba de circulação

Agora que aprendeu montar um aquário está na hora de escolher seu novo amigo, conheça o Peixe Beta.

Mundo Pet – Curiosidades sobre o Peixe Beta

Saiba como cuidar dele.

O peixe Beta recebeu esse nome, pois surgiu nas águas próximas a uma tribo de guerreiros agressiva e territorialista, chamados Ikan Bettah, que habitavam as regiões que hoje pertencem à Tailândia.

A fama de ser um animal de briga

O peixe Beta ficou conhecido como peixe de briga, mas na verdade isso acontece porque o macho da espécie defende seu território da presença de outro macho e por isso os Asiáticos criaram o hábito de colocar machos de Beta juntos para vê-los brigarem até a morte.

O macho constrói ninhos de ar

O peixe Beta um animal ovíparo, ou seja, a reprodução se dá através de ovos e de forma muito interessante. Quando o macho está pronto para acasalar, constrói um ninho feito de pequenas bolhas de ar envoltas por um muco bucal. Quando este ninho está pronto, uma fêmea “ovada” deve ser colocada no aquário (quando a fêmea está “ovada”, seu ventre fica inchado e aparecem linhas verticais que indicam que ela está pronta para a reprodução).

Em contato com a fêmea, o macho vai até ela e curva o seu corpo sobre o dela, abraçando-a, fazendo-a expelir seus ovos. No mesmo instante, o macho libera seus espermatozóides na água onde ocorre a chamada fecundação externa. Após a postura dos ovos, é necessário tirar a fêmea do betário.

Os ovos fecundados vão se depositando no fundo do aquário e em seguida, o macho pega delicadamente um por um e vai colocando no ninho. Neste momento, é importante diminuir o nível de água do aquário no máximo 10 cm para que diminua a pressão da água sobre os ovos.

Após 48hs nascem os alevinos e o macho continua cuidando de seus filhotes até que possam nadar e se alimentar sozinhos, o que geralmente ocorre após sete dias. Neste momento é preciso tirar o macho do aquário, pois durante o tempo que ele cuidou dos filhotes, ficou sem se alimentar, portanto, faminto, pode devorá-los.

Doenças

O surgimento de doenças no peixe Beta pode ter diversas razões e as principais são água, alimentação de má qualidade e temperatura abaixo da indicada.

O peixe Beta deve ser alimentado com rações próprias para sua raça. Escolha uma marca de boa qualidade e alimente em pequenas quantidades por vez retirando as sobras. Já a água deve ser trocada parcialmente a cada 15 dias por água mineral ou filtrada.

A temperatura da água deve ficar entre 25 e 27ºC. No inverno, em dias muito frios, convém usar um aquecedor de 1 watt de potência, ou uma lâmpada sobre o aquário. A temperatura incorreta pode predispor ao desequilíbrio do Ph, o que pode ocasionar o desenvolvimento de micro-organismos como fungos e bactérias causadoras de doenças.

Ao surgir qualquer alteração no comportamento do seu Beta vá até lojas especializadas em aquários e procure um especialista. Dicas para montar seu próprio aquário.

Mundo Pet – No verão proteja a saúde do seu melhor amigo

A incidência de alguns parasitas aumenta no verão.

No verão proteja a saúde do seu melhor amigo

Com as férias se aproximando, a gente aproveita para fazer uma viagem mais prolongada e, claro, que muitas vezes levamos nosso animal de estimação junto conosco.  O que muita gente não sabe é que em viagens, nosso bichinho fica exposto a mudanças de ambiente e de clima e precisamos prepará-los para enfrentar as doenças de verão transmitidas por alguns ectoparasitas como carrapatos, piolhos e insetos comuns em ambientes arborizados e com água abundante.

No verão os cuidados com a saúde antes de viajar

A primeira coisa a se fazer antes de viajar com seu animal para uma temporada de férias é um exame de sangue para verificar como anda a sua imunidade, pois assim é possível saber se ele está em condições de viajar ou não.

Saúde do animal no verão

Outro cuidado importante com a saúde do seu melhor amigo é realizar um exame de fezes antes e depois da viagem. Lembre-se que seu animal entrará em contato com terra, com grama ou areia e poderá contrair algum parasita intestinal.

Existe uma doença, comum em regiões litorâneas, chamada dirofilariose. É uma doença grave causada pela Dirofilaria Immitis, um parasita transmitido por mosquitos que se alojam no coração e artérias pulmonares dos cães que freqüentam ou moram nessas regiões. Por isso antes de viajar, é importante proteger os animais contra essa doença com um anti-parasitário específico.

Saúde do animal no verão

Engana-se quem pensa que o carrapato está presente apenas no interior, e em locais distantes de centros urbanos. Ele está presente nas grandes cidades em praças, parques e pode transmitir uma doença grave chamada erlichiose canina, transmitido pelo carrapato Rhipicephalus Sanguineus infectado por um hematozoário chamado Erlichia Canis. No verão a incidência de carrapatos é maior, por isso o animal deve usar (durante o ano todo) um produto para prevenir a infestação de carrapatos.

As pulgas também costumam aparecer em maior quantidade no verão e a pulga participa do ciclo que alguns vermes intestinais em cães e gatos. Portanto, proteger o seu animal durante o ano todo contra os “insetos saltirantes” é muito importante.

Através de exames laboratoriais, você descobre se o seu animal está com alguma destas infecções, podendo tratar com precisão de for preciso, mas lembre-se sempre que para conservar a saúde do seu animal de estimação, o importante é a prevenção.

Procure um médico veterinário e faça um check-up periódico na saúde do seu animal.

Tenha também sempre em mãos um kit de primeiros socorros.

Mundo Pet – Redobre a atenção em seu pet no verão

Cuidado com os males trazidos pelo verão

O calor está chegando e isso é muito bom, mas fique de olho, pois ele pode aumentar a incidência de alguns problemas com nossos amigos, veja nas próximas páginas como evitar que seu bicho de estimação tenha insolação, gastrenterites e problemas de pele.

Insolação

Seu animal precisa de muita água

Shutterstock

É preciso também ficar atento aos casos de insolação dos animais. Providenciesombra e muita água fresca para seu melhor amigo. Distribua várias vasilhas com água pela casa para que ele sempre tenha acesso.

Gastrenterites

Vacinação em dia

Shutterstock

As gastrenterites causam vômitos e diarréias nos animais. Deixe a vacinação do seu pet sempre em dia porque essa patologia pode ter origem viral.

Além disso, as gastrenterites podem ter origem bacteriana. Então você deve ficar atento com as rações úmidas e as comidinhas que estragam mais facilmente nos dias de calor.

Dermatites bacterianas e fúngicas

Seque bem o gato após o banho

Shutterstock

O calor e umidade formam a situação perfeita para que as bactérias e os fungos irritem a pele dos gatos, causando dermatites.

Se seu felino for muito peludo, é indicada uma tosa na época do calor. E após os banhos é imprescindível secá-lo bem, assim você diminui a ocorrência de dermatites.

Pense em tudo isso e curta o verão!

Pulgas e carrapatos também costumam atacar seu bicho no verão. Saiba como combater esses e outros parasitas.


Mundo Pet – Vai viajar com seu animal?

Documento para viajar com animal

Viajar com seu animal de estimação é muito gostoso, mas pode se tornar estressante se durante uma fiscalização você não estiver com a documentação necessária e exigida por lei para o transporte de animais.

Para o transporte de animais de interesse do Estado ou destinados à cria, reprodução e abate, o proprietário deve recolher uma Guia de Trânsito Animal (GTA) emitida pelo Ministério da Agricultura. A legislação é mais flexível com cães e gatos. O dono que desejar viajar com seu bicho de estimação precisa somente de um atestado de trânsito emitido por médico veterinário particular.

A vacina antirrábica precisa estar em dia. A vacinação contra raiva só é válida no mínimo 30 dias antes da viagem e no máximo 12 meses antes. Se o animal foi revacinado a menos de 30 dias da viagem, mas a vacina anterior ainda estava dentro da validade, não há problema.

Viagem de carro, avião e navio

Faça paradas durante viagem de carro

Shutterstock

Em viagem de carro, evite alimentar o animal antes de partir. Procure parar a cada duas horas para que ele possa beber água, fazer as necessidades e dar uma voltinha para “esticar as patas”.

Se for viajar de avião, recomenda-se não alimentar o animal por no mínimo seis horas antes da viagem. Os animais devem viajar em caixas de transporte especializadas e, dependendo da companhia aérea, é possível que animais de até seis quilos viajem na cabine dos passageiros, desde que não causem incômodo aos demais passageiros.

Viagens internacionais

Gato dentro de mala

Para viajar ao exterior com seu animal é necessário um CZI (Certificado Zoossanitário Internacional) emitido pelo Ministério da Agricultura gratuitamente. A obtenção do CZI requer o agendamento de uma consulta com um médico veterinário do Ministério da Agricultura nos aeroportos internacionais.

Cada país possui seu trâmite para o transporte de animais e as exigências sanitárias podem variar, por isso é necessário informar-se na embaixada ou no consulado do país de destino.

Saiba como cuidar da saúde do seu animal durante o verão.

Mundo Pet – Depressão em animais

O que fazer? Como evitar?

Depressão em animais

Não são apenas os seres humanos que estão sujeitos a entrar em depressão, os animais, principalmente cães e gatos também podem sofrer deste mal.

Diversos fatores podem levar um animal a essa alteração comportamental, mas o mais comum está ligado à falta de atenção e companhia dos donos, seja por uma vida atribulada, viagens ou até falecimento. Às vezes uma simples mudança de casa, pode ser o fator desencadeante do processo.

Os sintomas são variáveis e podem se manifestar de forma diferente em cada indivíduo, mas os mais freqüentes são: prostração, inapetência, inquietação e alterações comportamentais com atos repetitivos como, por exemplo, lambedura excessiva das patas, do chão, correr atrás do rabo e, muitas vezes, esses animais acabam se automutilando, passando a ferir as patas ou mordiscar a cauda.

Gatos deprimidos, por exemplo, costumam parar de se alimentar o que pode gerar problemas metabólicos sérios devido ao jejum e a perda repentina de peso.

Ao detectar alguma dessas alterações, procure identificar a causa, pense no que pode ter mudado. Às vezes é a chegada de um bebê na família e o animal deixa de ser o centro das atenções, outras vezes o animal quando filhote se acostuma com um tipo de atenção e depois que cresce fica abandonado no quintal.

É importante perceber e identificar o que pode ter mudado na dinâmica da família que pode ter atingido direta ou indiretamente o bichinho.

Alguns casos são facilmente resolvidos com uma mudança no comportamento dos donos, com passeios e brincadeiras mais freqüentes. Florais de Bach têm representado uma alternativa muito boa em animais e pode ser utilizado sem contra-indicações. Em casos mais severos em que o animal está se mutilando pode ser necessário administrar antidepressivos alopáticos como a fluoxetina, por exemplo.

Previnir é sempre o melhor remédio!

Veja essas dicas:

• Evite deixar o seu animal sozinho por muito tempo;

• Caso você vá fazer uma viagem longa, se possível, deixe-o com alguém que ele conheça e esteja habituado;

• Ao escolher um animal de estimação: Se você trabalha o dia todo fora e o seu animal ficará sozinho, um gato se adapta melhor a essas condições que um cão.

• Evite deixar o seu cão preso em espaços pequenos.

• Reserve um período do dia para acariciar e brincar com o seu animal. Os animais, assim como os seres humanos, necessitam do carinho e contato daquele que ele mais ama: você!

• Passeios são ótimos para distraí-los e exercitá-los, dando aquela sensação de bem-estar.

Tenha em  casa  um Kit de primeiros socorros para animais.

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