Tempo Livre e Prosperidade

Tempo Livre!  Você tem ou não?

‎”Encontrar algo que você gosta de fazer e você nunca terá que trabalhar um dia em sua vida.” Harvey Mackay 

Graças ao Bom Deus cada um de nós ganhou exatamente 24 horas por dia para fazer o que acha importante.
Uma das maiores queixas da humanidade moderna é a falta de tempo. Mas continuamos tendo 24:00 Hrs por dia.

Mas há um sábio que disse: Nunca, em nenhum outro período da história a humanidade fez tantas coisas ao mesmo tempo e tantas coisas mau feitas.
Então é sábio refletirmos em como usamos o nosso tempo. Para aqueles que trabalham fora de suas casas, o tempo de ir e vir todos dias ao fim da semana tornam-se dias e ao fim do ano tornam-se semanas e ao final da vida, tornam-se anos.

Por isso é importânte rever certos conceitos e prioridades.

Para o homem grego, o ócio não significava estar ocioso no sentido de não fazer nada, mas implicava operações de natureza intelectual e espiritual que se traduziam da contemplação da verdade, do bem, e da beleza, de forma não utilitária.
Enquanto para os gregos o ócio era considerado um estado de alma que consistia em o indivíduo sentir-se livre do trabalho, que era relegado aos escravos, em Roma predominava o conceito de descanso e da diversão, necessários para a preservação das condições de poder trabalhar. O trabalho era entendido como condição necessária para o ócio.
Encontram-se aqui as sementes de conceito de Ócio Criativo proposto pelo sociólogo do trabalho italiano Domenico Di Masi (2000).

No decorrer da história, os conceitos de lazer, ócio e tempo livre foram sendo modificados acompanhando as mudanças de valores e comportamentos, relacionados sempre com os aspectos sociais, políticos, econômicos e
culturais vigentes em cada época.
As transformações das cidades condicionaram e determinaram novos hábitos de vida e o lazer foi sendo incorporado à sociedade e adquirindo maior importância com o passar do tempo, embora ainda seja pouco estudado na Academia.

É importante registrar a importância sócio-cultural em que, através do lazer, a sociedade vai expondo suas marcas e características, principalmente através dos veículos de comunicação de massa. Ao que parece, no entanto, esses veículos estão favorecendo mais uma atitude passiva de anti-lazer, do que uma atitude proativa característica do verdadeiro lazer como uma opção consciente.
Recomenda-se que os cursos de graduação em Turismo e Lazer, Educação Física, Pedagogia, Ciências Sociais , Psicologia , Serviço Social e mesmo Medicina, tenham discussões teóricas mais aprofundadas sobre o impacto do fenômeno do lazer em nossas vidas e na nossa saúde.
O Lazer não pode e não deve mais ser entendido como atividade, ou como, o mero entretenimento, pois ate a opção consciente pelo relaxamento e a meditação pode ser compreendido como lazer por algumas pessoas.

A vida é curta pra desperdiçar e as coisas mais importantes como as pessoas que você ama não podem ficar em segundo plano.
Algumas pessoas estão buscando alternativas de trabalho para ter mais tempo livre.

Aplique isto e terá uma vida mais próspera

Um forte abraço,

José H. Cardoso

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