Os 7 sinais da paixão

Gestos e atitudes iniciais

O primeiro contato é visual

 

E não é que aconteceu? Você estava na hora certa, no lugar certo e o tão esperado príncipe (que você avaliou ser sua cara-metade) se materializou na sua frente. Depois de uns olhares furtivos, uma rápida checagem física, uns eletrizantes toques no seu braço e um papo meio desajeitado, você descobriu que está apaixonada. Você não tem dúvida: é ele.

Esse estado entorpecedor de felicidade em que desejo e atração física se misturam aos hormônios no cérebro e no corpo produz inúmeros “sintomas”. Geralmente o primeiro contato é visual: os olhares começam a se cruzar e discretamente vão se encontrando e finalmente, eles se fixam um no outro.

Quando há aproximação do casal, os dois tendem a inclinar o corpo na direção do outro e, sobretudo, olham para o rosto e lábios do outro como se nada mais existisse ao redor. Frequentemente se tocam levemente no braço durante a conversa. O sorriso é fácil. Às vezes, um dos dois pode gaguejar e se atrapalhar com as palavras. Atitudes estabanadas e um tanto ridículas aparecem nos primeiros encontros.

Sintomas físicos

A paixão tira o sono

 

Os primeiros contatos, seja pessoal ou virtual, causam sintomas físicos nos apaixonados. Há um aumento na produção de alguns hormônios como adrenalina, cortisol e endorfina. Por causa deles, aparecem alguns sinais corporais característicos: coração bate descompassadamente, a respiração acelera, as mãos ficam trêmulas, suadas e frias; a boca fica seca, as faces e os lábios mais avermelhados, as pupilas dos olhos se dilatam, há perda do apetite e dificuldade para dormir.

Alteração do humor

Humor dos apaixonados oscila

 

Euforia, intensa sensação de felicidade, exaltação e energia aumentada são muito comuns na paixão, assim como sentimentos de medo, angústia e dúvida. A mudança repentina de humor é muito comum, os apaixonados passam abruptamente da euforia do encontro à angústia da separação ou à incerteza de ainda ser “amada” pelo escolhido num fim de semana sem telefonema ou SMS.

Enfoque nas qualidades e omissão dos defeitos

Encantamento esconde os defeitos

 

Os apaixonados enxergam o mundo através de lentes cor-de-rosa. É o romance com toda a sua intensidade e brilho. Há um encantamento por tudo relacionado ao outro, tanto pelos hábitos mais irritantes (que no começo parecem charmosos e bonitinhos), como por aqueles agradáveis.

O eleito parece ser a pessoa mais perfeita do mundo, que não comete nenhum erro. Ambos mostram e só enxergam suas qualidades e virtudes e, por outro lado, ocultam seus defeitos. É fato: a paixão é cega, surda e até “emburrece” .

Pensamentos obsessivos

Pensar 24h na pessoa é sintoma da paixão

 

Uma das marcas registradas da paixão é pensar repetidamente no outro: durante o banho, no ônibus, durante aquela longa reunião, no carro, no almoço com os colegas de trabalho. O pensamento fica dando voltas e ocupa quase todas as horas do dia e da noite do apaixonado. Fantasias pueris ou sexuais com ele, estratégias para encontrá-lo e abordá-lo de forma inusitada, fixação em seus traços físicos e da personalidade: tudo é motivo para colocar a mente em intensa atividade.

Dependência emocional

A insegurança angustia

 

Os apaixonados sentem que estão ligados profundamente um ao outro e experimentam grande dependência emocional. O planeta todo gira em torno do casal.

Ambos sofrem uma extraordinária ansiedade pela separação. Sentem intensa saudade um do outro mesmo que a separação seja de pouco tempo. A insegurança e o medo pelo afastamento podem provocar intensas “cenas emocionais”.

Intenso desejo sexual e possessividade

Apaixonado é possessivo

 

O sentimento de “ele tem que ser meu” é muito forte. A testosterona, em ambos, está por trás de tanto desejo sexual. A exclusividade sexual é ardentemente desejada e caso haja suspeitas de infidelidade, o ciúme imediatamente entra em cena.

Por que tanta possessividade? A biologia tem uma explicação. Desde os nossos ancestrais, tais sentimentos provavelmente se desenvolveram por um importante propósito: direcionar os parceiros para excluir outros “concorrentes” e assim garantir que o ato de fazer a corte não será interrompido até que a relação sexual esteja completada. Afinal, a natureza sempre visa à perpetuação da espécie e tal possessividade ainda continua “inscrita” no nosso DNA e na nossa mente.

E qual a conclusão? Embora estar apaixonado seja vivenciar deliciosamente um turbilhão de sentimentos e comportamentos arrebatadores e únicos, a paixão também tem um lado ridículo, irracional, egocêntrico e obsecado. Conhecer seus sinais e saber identificá-los pode dar um sentido mais racional e equilibrado, mas nem por isso menos encantador, pois muitas bobagens e equívocos são cometidos, justamente nos momentos mais loucos da paixão.

 

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