Atividades para Ecoturismo

Faça o seu roteiro de aventura

Atividades para Ecoturismo

Proporcionar contato direto e intenso com a natureza é essencial para que uma viagem possa ser considerada ecoturismo. O conceito, entretanto, abrange também o chamado turismo de aventura, que consiste no aproveitamento dos recursos naturais para a prática de esportes radicais.

Antes de organizar sua viagem, conheça um pouco sobre as modalidades que as empresas especializadas costumam disponibilizar em meio aos cenários naturais do país.

Turismo de aventura no Brasil

 turismo de aventura

Segundo Ariane Janér, cofundadora e coordenadora técnica do Instituto EcoBrasil, estudos do Ministério do Turismo apontam que, das cerca de 175 milhões de viagens domésticas, aproximadamente 6% tem como destino turismo de aventura. Muitas delas são viagens de fim de semana para destinos próximos aos grandes centros urbanos.

Parque Nacional Foz de Iguaçu é o campeão com mais de 1 milhão de visitas por ano. Por destinos como Itatiaia (RJ), Serra dos Órgãos (RJ), Serra do Cipó(MG) e Aparados da Serra (RS) passam mais de 100 mil turistas anualmente;Serra do Mar (SC) e Brotas (SP) são outros destinos também muito procurados.

Ariane Janér afirma que as modalidades de esportes mais popularessão aquelas que não exigem extraordinárias doses de adrenalina e condicionamento físico, tais como as caminhadas e passeios de bicicleta. No entanto a procura pelas modalidades de canoagem/rafting, arvorismo e cavalgadas está aumentando.

Modalidades do turismo de aventura

Atividades aquáticas

A modalidade boia cros tem como desafio enfrentar pequenas correntezas em rios e pode ser praticada em boias individuais ou imensas boias redondas que podem comportar grupos com mais de 10 pessoas.

 Snorkeling

Uma atividade mais tranquila é o snorkeling ou flutuação, os turistas usam roupas especiais, colete salva-vidas e máscara para observar bem de perto a beleza da vida aquática.

Atividades terrestres

 Cicloturismo

Antigamente, o cavalo era o meio de transporte mais usado, antes da invenção do automóvel. A cavalgada tornou-se uma atividade eficiente para longas travessias em terrenos muito acidentados nos quais os automóveis não são permitidos. O ciclo turismo é também uma forma de apreciar as belas paisagens, além de proporcionar agilidade no percurso.

Para os adeptos de trilhas ou caminhadas, empresas especializadas calculam a distância, o tempo e providências necessárias para aproveitar a natureza. Outra opção é trilhar entre cenários inesquecíveis por mais de um dia, modalidade conhecida como trekking. Quando a atividade dura menos que 24 horas ela recebe o nome de hikking.

Atividades nas alturas

 paraglider

O paragliding é a atividade realizada com o parapente, ou em inglês paraglider, nome dado ao aeroplano que se assemelha a um paraquedas, pois não tem estrutura rígida. As linhas acopladas às suas asas permitem ao piloto realizar manobras e navegar no ar, aproveitando as correntes de vento para realizar esse esporte radical.

Para quem quer unir as alturas com belas quedas pode optar em descer cachoeiras, pontilhões e paredões, atividade conhecida como rapel. Os praticantes conseguem realizar o esporte graças aos equipamentos de segurança, que incluem roldanas e cordas.

Outro tipo de esporte radical, similar a uma queda, é a tirolesa, onde um equipamento composto por cordas e roldanas é usado para atravessar montanhas, vales e cânions.

Atividades para as crianças

O turismo ecológico pode ser uma grande fonte de conhecimento e conscientização da importância de se preservar o meio ambiente, especialmente para as crianças. Ao tomar conhecimento sobre os prazeres e processos naturais do meio ambiente, as pessoas tendem a retornar à rotina mais preocupada em mudar hábitos nocivos à natureza.

A observação de aves é uma atividade que requer o acompanhamento de guias especializados para esclarecer as dúvidas sobre os bichinhos em seu habitat natural. Porém, é bom consultar reservas naturais, pois algumas podem não abrir espaço para visitação para preservar o meio ambiente.

 Observar a fauna e flora é uma atividade permitida em alguns parques

Roteiros de ecoturismo tendem a possuir infraestruturas menos sofisticadas embora eficientes e satisfatórias aos aventureiros. Diferentemente das viagens para roteiros tradicionais de turismo, os passeios a céu aberto exigem roupasmais confortáveis, especiais para longas caminhadas, além de protetor solar, óculos escuros, mochilas, cantil para água, repelente contra insetos, lanternas e, conhecimentos sobre camping, no caso de acampar.

Outro esporte popular entre os aventureiros de plantão é o paraquedismo. Veja também Ecoturismo: motivos para saltar de paraquedas.

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Roteiros de ecoturismo no Brasil

Viaje na natureza!

Roteiros de ecoturismo no Brasil

A rica natureza brasileira oferece parte da estrutura necessária à prática dosesportes de aventura. A lista de lugares paradisíacos no país é extensa, por isso, separamos alguns dos principais pontos turísticos, nas diferentes regiões do país. Escolha o seu roteiro e comece a organizar a sua viagem.

Principais roteiros de ecoturismo na Região Sudeste

 Mata Atlântica/SP

São Bento do Sapucaí (SP): a região de Campos de Jordão, lembrada por seu charme invernal e seu ar saudável, abriga também uma das mais tradicionais rotas de escalada de montanhas de São Paulo. Para ver de cima o espetáculo da natureza, vale conhecer o complexo do Baú, localizado em São Bento do Sapucaí que compreende as montanhas Bauzinho, Pedra do Baú e Ana Chata.

Brotas (SP): a apenas 260 km da megalópole paulistana foram preservadas parte das matas nativas da região. O resultado é uma opção para fugir do estresse e curtir atividades como boia-cross, rafting, arvorismo e calvagadas, entre outras.

Serra da Mantiqueira (SP): o complexo abrange três estados da região sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Formada por montanhas e picos de altas altitudes, as áreas de preservação da serra constituem verdadeiros oásis aos praticantes de esportes como o rapel, o vôo livre e o trekking.

A pequena cidade de Socorro, distante apenas 130 km da capital de São Paulo, possui como atrativo a Pedra da Bela Vista, onde é possível chegar aos 1.140 metros de altitude para contemplar a natureza.

Serra da Canastra: consiste em um parque nacional brasileiro localizado em Minas Gerais próximo às cidades de Sacramento, São Roque de Minas e Delfinópolis. Criado originalmente para a proteção das nascentes do rio São Francisco, o parque abriga inúmeras belezas naturais, dentre as quais, destaca-se a cachoeira Casca D’Anta, com 186 metros de queda d’água. Quem opta por visitar a cachoeira pode caminhar por uma trilha bem sinalizada pelo IBAMA com cerca de 3 km, o que significa quatro horas de caminhada (ida e volta) em um dos mais belos cenários naturais do país.

Serra dos Órgãos: situado no Rio de Janeiro, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos está permanentemente aberto à visitação. Mas, é entre os meses de maio e setembro que um grande número de aventureiros se reúne para a alta temporada da prática do montanhismo na região. A travessia Petrópolis-Teresópolis é considerada uma das caminhadas mais bonitas e, depois de três dias de trekking, chega-se ao ponto mais alto da Pedra do Sino e do Dedo de Deu. No percurso é comum os turistas praticarem o rapel nas cachoeiras que permeiam o caminho.

O Pico da Bandeira: localizado entre o Espírito Santo e Minas Gerais é oterceiro ponto mais alto do país, situado a quase 2,9 mil metros de altitude. A região é de fácil acesso e possui trilhas bem sinalizadas tanto para quem vem do Espírito Santo, quanto para quem chega de Minas Gerais. No inverno as temperaturas caem vertiginosamente e chegam a atingir -10º C. Para os aventureiros de plantão, a escalada é uma experiência inesquecível.

Principais roteiros de ecoturismo na Região Sul

 Cataratas do Iguaçu/PR

As Cataratas do Iguaçu/PR pertencem ao Parque Nacional das Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR), e o passeio até elas pode incluir uma trilha de Jipe e um passeio de lancha até as quedas d’água. Além de contemplar a beleza indiscutível das quedas, é possível interagir com a natureza com a prática do rapel, rafting e montanhismo.

O Parque Nacional dos Aparados da Serra/R fica na fronteira entre Santa Catarina e o Rio Grande do Sul, que é delimitada pelos cânions do Itaimbezinho e da Fortaleza. Eles são os responsáveis pela atração de milhares de turistas dispostos a caminhar de três a cinco dias entre piscinas naturais, cachoeiras e belíssimas paisagens desenhadas pela fauna e flora típicas da região.

Principais roteiros de ecoturismo na Região Nordeste

 Chapada Diamantina/BA

Chapada Diamantina (BA): o norte da Bahia reserva um paraíso aos aventureiros de plantão com possibilidade para a prática de escaladas em rocha, rapel, rafting e trilhas de bicicleta ou trekking.

O Arquipélago de Abrolhos (BA) abriga em seus recifes os corais mais raros da América do Sul. Graças à proibição da pesca na região, ao mergulhar nessas águas o turista tem a possibilidade de ter contato com mais de 150 espécies de peixes. Ali, também podem ser observadas as baleias Jubarte, que preferem as regiões mais quentes.

Fernando de Noronha (PE): apaixonados pela vida marinha do mundo inteiro procuram como destino turístico as águas do Arquipélago de Fernando de Noronha. Ali podem ser observadas, além de inúmeras espécies de peixes, também tartarugas, tubarões e golfinhos. Embora o mergulho seja a prática mais conhecida dos turistas, as belezas naturais permitem a prática de outros esportes de aventura.

 Lençóis Maranhenses/MA

Lençóis Maranhenses (MA): constitui o maior deserto de areia do Brasil com suas dunas moldadas pela ação do vento. Está constantemente se modificando e dando origem a diferentes paisagens de impressionante beleza. É sugerido contratar um guia especializado da região para conduzir um jipe que cruzará as areias de onde o turista pode observar as dunas e os lagos.

Principais roteiros de ecoturismo na Região Centro-Oeste

Chapada dos Veadeiros (GO): outra reserva natural que não pode ficar de fora do roteiro do ecoturismo brasileiro. A região localizada a cerca de 1,6 mil metros de altitude possui o Parque Nacional dos Veadeiros, considerado Patrimônio Natural Mundial, que disponibiliza cenários perfeitos para a prática do trekking, canionismo, cascading, arvorismo, mountain biking e canoagem. A Cachoeira da Água Fria e o Vale da Lua são locais de visita obrigatória para os turistas aventureiros.

A Chapada dos Guimarães (MT) é conhecida principalmente por sua riqueza arqueológica formada por pinturas e fósseis de animais pré-históricosdistribuídos entre os 50 sítios da região. Os declives, montanhas, florestas, cachoeiras e lagos permitem a prática de inúmeros esportes de aventura, o que faz deste, um dos roteiros mais procurados pelos ecoturistas.

Pantanal: abrange os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e é considerado pela UNESCO, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera, o que atrai turistas do mundo inteiro interessados na biodiversidade da região. Aos ecoturistas, as atrações incluem também atividades de rapel, ciclismo, canoagem, vôo livre e trilhas. Vale também passar pela cidade de Bonito, no Mato Grosso do Sul, para conhecer as grutas, cavernas, cachoeiras e suas famosas piscinas naturais com água límpida e transparente com peixes coloridos da fauna local.

Principais roteiros de ecoturismo na Região Norte

A Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá/AM: abriga uma floresta que fica inundada durante seis meses do ano. Por isso, a construção de um hotel flutuante fez todo sentido. Os turistas são recebidos por uma população consciente de seu papel na preservação da natureza local, e podem desfrutar de passeios de barco e canoa pelos igapós e da pescaria artesanal.

Escolha o destino que mais combina com sua personalidade e condicionamento físico. Saiba mais sobre as atividades para o ecoturismo.

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Como escolher uma empresa de ecoturismo

Mais segurança na hora de viajar

Como escolher uma empresa de ecoturismo

Embrenhar-se na natureza para desfrutar dos prazeres que ela oferece de maneira sustentável é a proposta do ecoturismo, uma tendência do turismo mundial, que tem atraído cada vez mais pessoas interessadas em desfrutar de atividades saudáveis e relaxantes em meio a belas paisagens. Veja os roteiros mais visitados do país e como escolher com segurança uma empresa de ecoturismo para orientá-lo.

Ecoturismo no Brasil

Trilhas e caminhadas

Segundo estudos do Ministério de Turismo cerca de 10% dos turistas estrangeiros vêm ao Brasil à procura de atividades de lazer relacionadas ao meio ambiente, mas não diferenciam entre turismo de natureza, aventura e ecoturismo.

A cofundadora e atual coordenadora técnica do Instituto EcoBrasil, Ariane Janér, aponta Foz do Iguaçu como um dos destinos mais procurados, seguido por Manaus e Pantanal. Mas pelo Brasil não faltam turistas visitando lugares como Alta Floresta (MT), Mamirauá (AM), Chapada Diamantina (BA), Lençóis Maranhenses (MA), Fernando de Noronha (PE), Serra de Capivara (PI) e Bonito (MS).

O que considerar na hora de escolher uma empresa de ecoturismo

Escolha seu guia!

O Instituto EcoBrasil, um canal independente de ação e informações sobre turismo sustentável, disponibiliza informações práticas sobre ecoturismo, conservação e sobre as comunidades locais por meio de manuais, pesquisas e notícias. A coordenadora do instituto orienta aos interessados por uma viagem deste tipo a constatar algumas informações sobre as empresas de ecoturismo.

Antes de fechar qualquer pacote, confira se a empresa está legalmente registrada, e se é afiliada a ABETA, Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura. É importante verificar também se os guias são bem treinados, se há política de sustentabilidade transparente e pública para assegurar mínimos impactos no meio ambiente. E por fim, checar a posse do certificado em gestão de segurança.

Tomas as devidas providencias e escolhida uma empresa de ecoturismo de qualidade, chega a hora de embarcar numa viagem rumo às belezas naturais. No Brasil, são inúmeras as opções em todas as regiões. Conheça os principais roteiros de ecoturismo no Brasil.

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Ecoturismo: aventure-se com responsabilidade

Saiba mais!

Ecoturismo: aventure-se com responsabilidade

Resumidamente, o ecoturismo é uma vertente de atividade turística focada no contato com a natureza. Aproveitar os recursos naturais em atividades prazerosas, informativas e educativas, além de incentivar a conscientização sobre a preservação do meio ambiente, também proporciona momentos de relaxamento singular longe da rotina de estresse dos grandes centros urbanos. Veja porque vale a pena embarcar nesta viagem.

Ecoturismo X Turismo de aventura

Canoagem

Os termos se confundem e muitos acreditam que possuir espírito de aventura é a premissa básica para praticar ecoturismo. De fato, o espírito aventureiro, normalmente é o que impulsiona a procura pelos roteiros em meio à natureza. Porém, segundo Ariane Janér, cofundadora e atual coordenadora técnica doInstituto EcoBrasil, existem diferenças entre os termos: todo ecoturismo é também turismo de aventura, mas nem toda a oferta de turismo de aventura pode ser chamada de ecoturismo.

Ariane diz que, por definição, o ecoturismo é um turismo sustentável, realizado em meio à natureza quando os turistas buscam experiências enriquecedoras de aprendizagem com o meio ambiente e com a comunidade local. As atividades propostas no ecoturismo podem ou não envolver esportes de aventura, mas o produto de ecoturismo é apenas um meio de desfrutar a natureza, ao invés de ser o maior objetivo da viagem.

Já o turismo de aventura não é necessariamente sustentável e pode não ocorrer no meio natural. O turista de aventura busca uma experiência enriquecedora por meio de desafios técnicos, esforço físico e um pouco de adrenalina. Os casos em que as atividades do turismo de aventura são planejadas de forma sustentável, incluindo interpretações da natureza e interação com comunidade local, são classificados também como ecoturismo.

Ecoturismo com responsabilidade

Animais silvestres

O Brasil atrai milhões de turistas do mundo inteiro interessados em conhecer nossos cenários naturais de belezas singulares. As atrações estão presentes em todas as regiões do país como cavernas, cachoeiras, rios, lagos, cânions, pântanos, cascatas, ilhas e até mesmo desertos espalhados pelo vasto território nacional.

Mas para que todos possam continuar desfrutando da natureza é preciso praticar o ecoturismo com responsabilidade. Em pleno século XXI, ainda nos deparamos com imagens de verdadeiras tragédias ecológicas após festas e feriados que promovem o aumento do fluxo de turistas em áreas de preservação.

É importante organizar-se antes da viagem, verificar a idoneidade das empresas de turismo ou as que promovem os passeios e suas ações. Escolha atividades de acordo com seu condicionamento físico. É importante estar atento à necessidade de itens especiais, como lanternas, estojos primeiro socorros, bússola e água, indispensáveis para trilhas longas, por exemplo.

É de extrema importância preservar os locais visitados, tenha sempre em mãos recipientes para guardar seu lixo e não deixar rastros de sujeira por onde passa. Respeite a estrutura da natureza, não desmate ou cave valas; não improvise estruturas como pontes, balanços, e não leve como suvenir elementos como pedras e conchas. Não acenda fogueiras, pois empobrecem o solo e podem causar incêndios.

Respeitar os animais é outro ponto importante, não os alimente ou provoque reações que possam feri-los, mantenha distância.

Respeito às comunidades locais

Comunidades indigenas

O ecoturismo objetiva também contribuir com o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida das comunidades presentes em áreas de preservação ambiental.

Os ecossistemas funcionam de maneira tão equilibrada que pequenas interferências humanas, que parecem inofensivas, como deixar um saquinho plástico na natureza, pode ter consequências desastrosas para a vida nesses ambientes.

Por isso, as empresas de ecoturismo atuam no sentido de informar e educar os visitantes para que o contato não seja nocivo à natureza, e todos retornem às suas rotinas mais conscientes de que preservar é preciso para que as futuras gerações possam também desfrutar desses momentos prazerosos.

Seguindo essas dicas, o turista ecológico estará auxiliando na preservação e continuação do ecoturismo. Agora escolha uma  empresa de ecoturismo e boa viagem.

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Como e onde praticar paraquedismo

Paraquedismo com precaução

Salto seguro

Belas paisagens naturais somadas a um clima propício à prática do paraquedismo vêm tornado o esporte radical cada vez mais popular em todo o país. Há quem queira sentir a sensação do salto pelo menos uma vez na vida e há quem se apaixone pelo esporte e não consiga mais parar de praticá-lo. Sejam quais forem os seus motivos, antes de escolher onde saltar é preciso ter em mente algumas informações.

Como escolher uma escola de paraquedismo

Escolha uma escola cadastrada

O paraquedista Joaquim Antonio Portella Franco, com mais de mil saltos no currículo, recomenda que antes de decidir onde saltar pela primeira vez, o interessado deve verificar se a escola e seus instrutores estão cadastrados regularmente na Confederação Brasileira de Paraquedismo, a CBPq.

No Brasil, a CBPq é a entidade oficial que regulamenta o paraquedismo esportivo. A sede da Confederação está localizada em Boituva (SP), cidade considerada o maior centro brasileiro de prática do esporte. Sua missão é zelar pela segurança e garantir melhoria constante desse esporte radical diminuindo os acidentes até que eles não mais existam.

Paraquedismo no clima ideal

Não salte em épocas de chuva

Quem salta de paraquedas pela primeira vez deve procurar todas as maneiras de sentir-se mais seguro. Uma delas é realizar o salto em um dia de clima ideal. Joaquim Franco diz que épocas de chuvas e ventos fortes não combinam com iniciantes.

No Brasil, é no verão que costuma acontecer o maior número de mudanças bruscas no tempo e que podem impedir o salto no dia agendado. De qualquer maneira, caso o clima não permita a realização do salto, as escolas especializadas agendam para outra data sem que os interessados fiquem no prejuízo financeiro.

Quem pode praticar paraquedismo

Menores de idade precisam de autorização

Vale checar junto à escola que escolheu para seu primeiro salto, as restriçõesquanto à idade, peso e condições de saúde. Menores de idade necessitam de autorização dos pais ou responsável. Também há instruções quanto à alimentação e número de pessoas que podem saltar ao mesmo tempo, caso queira realizar a aventura em grupo.

Joaquim afirma que o público masculino ainda é maior, mas que as meninas estão ficando mais audaciosas e o percentual de participação delas no paraquedismo está aumentando. Ele ainda afirma que a faixa etária da maioria dos iniciantes é de 20 anos.

Por onde começar o paraquedismo

Primeiro salto tem ajuda de instrutor

O salto duplo praticado pelos iniciantes oferece a segurança de um instrutor experiente. A aventura normalmente começa com um voo panorâmico que dura cerca de meia hora até o ponto do salto.

Para aqueles que desejam levar a prática do esporte adiante, segundo Joaquim Franco, existem duas modalidades: a ASL (Accelerated Static Line), na qual a pessoa faz seus primeiros saltos tendo uma fita enganchada no avião e o paraquedas sai aberto, e a AFF (Accelerate Free Fall ), na qual a pessoa, depois de treinos em solo e considerado apto a saltar, salta do avião com dois instrutores ao seu lado em queda livre. Ambos os cursos incluem horas de aulas teóricas.

Joaquim afirma que o tempo para o iniciante sair sozinho em queda livre varia de pessoa para pessoa. Tudo dependerá de seu desempenho e segurança demonstrada aos instrutores. Passada a fase de aprendizado, o iniciante torna-se um paraquedista categoria A e pode evoluir até a categoria E.

Para o salto duplo, entretanto, 15 minutos de treinamento é o bastanteporque um instrutor experiente e preparado acompanha todo o procedimento garantindo um pouso tranquilo. Como o visitante não salta sozinho, os saltos duplos permitem a prática do paraquedismo a qualquer interessado sem necessidade de aulas longas e especiais.

Onde fazer paraquedismo?

Paraquedismo nas cinco regiões do Brasil

A cidade de Boituva, no estado de São Paulo, possui cerca de 40 mil habitantes e conquistou o apelido de capital do esporte por abrigar o Centro Nacional de Paraquedismo, presente no município há 34 anos. A paisagem de 90 mil m² de área verde compõe o maior cenário dedicado à prática do paraquedismo da América Latina e conta com 16 escolas bem conceituadas, homologadas e inspecionadas pela Confederação Brasileira de Paraquedismo.

A seguir separamos por região, algumas áreas disponibilizadas no site da Confederação e que possuem sites.

Região Centro-Oeste

  • Aeroporto Municipal de Anápolis (Anápolis – GO)

Região Nordeste

  • Skydive Itaparica Island (Ilha De Itaparica – BA)

Região Norte

  • Departamento de Pára-quedismo do Aeroclube do Amazonas (Manaus – AM)

Região Sudeste

  • Aeroclube de Juiz de Fora (Juiz De Fora – MG)
  • Aeroporto da Serra do Cipó (Conceição do Mato Dentro – MG)
  • Área de Saltos Skydive (Rio De Janeiro – RJ)
  • Barra Jumping (Rio de Janeiro – RJ)
  • Skydive Ribeirão Preto (Batatais – SP)
  • Albatroz Skydivepiracicaba (Piracicaba – SP)
  • Centro Aeroterrestre Skydive (São Vicente – SP)

Região Sul

  • Aeroporto Municipal de Castro (Castro – PR)
  • Arapongas Skydivers (Arapongas – PR)
  • Londrina – FLY Pára-quedismo (Londrina – PR)
  • Ponta Grossa – Vertical Speed ( Ponta Grossa – PR)
  • Aeroclube de São Miguel do Oeste (São Miguel do Oeste – SC)
  • Aeroporto Municipal de Blumenau (Blumenau – SC)

Vale conferir no site da Confederação Brasileira de Paraquedismo (www.cbpq.org.br) outras áreas de salto no território brasileiro. Se você gosta de aventuras e natureza veja como praticar ecoturismo.

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Ecoturismo: Motivos para saltar de paraquedas

Esporte nas alturas

A atividade cresceu no Brasil

Saltar de paraquedas pode parecer uma prática reservada exclusivamente às pessoas aventureiras e destemidas, porém, a evolução do paraquedismo como um esporte radical, com tecnologia e equipamentos de segurança avançados tem sido amplamente difundida no Brasil. Abaixo listamos 5 motivos para você viver essa emoção!

1º A liberdade ao voar de paraquedas

Saltar combate o estresse

Joaquim Antonio Portella Franco é paraquedista filiado à Confederação Brasileira de Paraquedismo (CBPq), possue mais de 1008 saltos no currículo, incluindo a quebra do recorde brasileiro de maior formação em queda livre. Para ele, a atividade faz bem à saúde, pois ajuda a combater o estresse e gera sentimentos de realização pessoal promovendo a concentração e a disciplina. “A sensação de voar é indescritível, não dá para explicar direito o que se sente. A descarga de adrenalina é intensa, antes, durante e no final do salto”, conta Joaquim.

2º Superar o medo ao voar de paraquedas

Medo vira cautela

Quando perguntado sobre qual o momento da prática que gera maior medo, no salto ou na aterrissagem, Joaquim diz que, normalmente, as pessoas têm medo no início, na hora do salto, mas depois se acostumam com a sensação. No caso dos paraquedistas experientes, Joaquim afirma que o medo se transforma em doses redobradas de cautela e a busca da evolução constante, evitando ao máximo qualquer possibilidade de falhas durante o salto.

Aos interessados em saltar de paraquedas pela primeira vez, o paraquedista esclarece que os instrutores que acompanham os iniciantes vão conversando com os mesmos durante o vôo, repassando os procedimentos de segurança e pouso e informando-lhes sobre a altura em que o avião se encontra e os procedimentos emergenciais. Essa conversa alivia a tensão inicial.

3º Paraquedismo é um esporte seguro

Tecnologia a favor da segurança

Os equipamentos destinados à prática do paraquedismo vêm sendo projetados e testados por sistemas computadorizados de última geração. Tanto o paraquedas principal, quanto o reserva, ficam abrigados em containers(aquelas mochilas que os paraquedistas carregam às costas).

Equipamentos como altímetros sonoros, que sinalizam o momento indicado para a abertura, e disparadores, que acionam o paraquedas reserva em caso de falhas no principal, diminuem a margem de erros que possam causar acidentes.

A tecnologia também é responsável pelo peso cada vez menor dos equipamentos. Tecidos especiais são responsáveis por equipamentos visivelmente menores se comparados aos equipamentos antigos. A segurança dos equipamentos utilizados nos saltos é garantia de tranquilidade na prática do esporte. Você pode pedir para verificar a periodicidade e como é feita a manutenção dos equipamentos e acessórios da escola.

4º Cenários deslumbrantes ao voar de paraquedas

Paisagens vistas do alto

Muitas escolas de paraquedismo oferecem, além da aventura, uma experiência única de contato com a natureza propiciada pelas paisagens que podem ser vistas das alturas. Quem prefere não saltar, pode aguardar e assistir aos aventureiros pousarem em lugares predeterminados ou não, bem recepcionados, pois muitas escolas possuem infraestrutura dotada de playground para as crianças, bares, restaurantes e estacionamentos, o que facilita na hora de organizar a viagem.

5º O salto de paraquedas pode ser eternizado

Câmeras registram o salto

Normalmente, as escolas disponibilizam um “câmera-flyer “, que seria uma espécie de paraquedista-cinegrafista para acompanhar instrutores e aventureiros. É ele o responsável por registrar e transformar esse momento único de adrenalina em fotos e filmagens. Interessado em embarcar nesta aventura? Então veja como e onde saltar de paraquedas.

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Dicas para montar um aquário

Monte seu próprio aquário, e escolha você mesmo seu novo amiguinho.

Se você pretende montar um aquário, mas não tem nenhuma experiência com esta prática, aconselho que monte um aquário de água-doce. É mais barato e mais fácil de mantê-lo em equilíbrio.

O aquário de água salgada é tentador por sua beleza, mas requer prática, uma verba gorda e muita paciência até que as condições biológicas estejam ideais para a introdução de peixes.

• Antes de iniciar a montagem, pesquise quais os peixes você quer ter em seu aquário. Se for a sua primeira experiência, procure criar peixes de manutenção mais simples como lebistes, néons, molynésias, platys…

• Escolha o tamanho do aquário que você pretende ter. Lembre-se que o tamanho do aquário limita a quantidade de peixes. Não se deve superpopulacionar um aquário, os peixes necessitam de espaço para nadar.

• Depois de escolhido o aquário, lave-o apenas com água e sabão. Não utilize produtos químicos.

• Escolha um tipo de filtragem adequado ao tamanho do aquário escolhido. Em lojas especializadas você encontra diversas opções de filtros e bombas.

• No fundo do aquário deve ir uma camada de cascalho. Este cascalho é importante para um bom agrupamento das colônias de bactérias que ajudam a equilibrar o pH do aquário.

• Coloque plantas no seu aquário. Lembre-se que as plantas mais verdinhas necessitam de mais luz do que as outras.

• A iluminação do aquário também depende do tamanho escolhido. Existem lâmpadas próprias para aquários. A luz ajuda na fotossíntese das plantas e deve ficar acessa em média 8 horas por dia.

• Após lavar o aquário e colocar o cascalho no fundo, deve-se colocar água filtrada e sem cloro. Depois de montá-lo, verifique o pH da água e deixe o aquário descansar por 7 dias antes de colocar os peixes.

Equipamentos básicos necessários para a manutenção de um aquário de água doce:

– Kit de teste de PH

– Sifão para limpeza

– Luminária

– Termostato

– Filtro biológico

– Bomba de circulação

Agora que aprendeu montar um aquário está na hora de escolher seu novo amigo, conheça o Peixe Beta.

Mundo Pet – Curiosidades sobre o Peixe Beta

Saiba como cuidar dele.

O peixe Beta recebeu esse nome, pois surgiu nas águas próximas a uma tribo de guerreiros agressiva e territorialista, chamados Ikan Bettah, que habitavam as regiões que hoje pertencem à Tailândia.

A fama de ser um animal de briga

O peixe Beta ficou conhecido como peixe de briga, mas na verdade isso acontece porque o macho da espécie defende seu território da presença de outro macho e por isso os Asiáticos criaram o hábito de colocar machos de Beta juntos para vê-los brigarem até a morte.

O macho constrói ninhos de ar

O peixe Beta um animal ovíparo, ou seja, a reprodução se dá através de ovos e de forma muito interessante. Quando o macho está pronto para acasalar, constrói um ninho feito de pequenas bolhas de ar envoltas por um muco bucal. Quando este ninho está pronto, uma fêmea “ovada” deve ser colocada no aquário (quando a fêmea está “ovada”, seu ventre fica inchado e aparecem linhas verticais que indicam que ela está pronta para a reprodução).

Em contato com a fêmea, o macho vai até ela e curva o seu corpo sobre o dela, abraçando-a, fazendo-a expelir seus ovos. No mesmo instante, o macho libera seus espermatozóides na água onde ocorre a chamada fecundação externa. Após a postura dos ovos, é necessário tirar a fêmea do betário.

Os ovos fecundados vão se depositando no fundo do aquário e em seguida, o macho pega delicadamente um por um e vai colocando no ninho. Neste momento, é importante diminuir o nível de água do aquário no máximo 10 cm para que diminua a pressão da água sobre os ovos.

Após 48hs nascem os alevinos e o macho continua cuidando de seus filhotes até que possam nadar e se alimentar sozinhos, o que geralmente ocorre após sete dias. Neste momento é preciso tirar o macho do aquário, pois durante o tempo que ele cuidou dos filhotes, ficou sem se alimentar, portanto, faminto, pode devorá-los.

Doenças

O surgimento de doenças no peixe Beta pode ter diversas razões e as principais são água, alimentação de má qualidade e temperatura abaixo da indicada.

O peixe Beta deve ser alimentado com rações próprias para sua raça. Escolha uma marca de boa qualidade e alimente em pequenas quantidades por vez retirando as sobras. Já a água deve ser trocada parcialmente a cada 15 dias por água mineral ou filtrada.

A temperatura da água deve ficar entre 25 e 27ºC. No inverno, em dias muito frios, convém usar um aquecedor de 1 watt de potência, ou uma lâmpada sobre o aquário. A temperatura incorreta pode predispor ao desequilíbrio do Ph, o que pode ocasionar o desenvolvimento de micro-organismos como fungos e bactérias causadoras de doenças.

Ao surgir qualquer alteração no comportamento do seu Beta vá até lojas especializadas em aquários e procure um especialista. Dicas para montar seu próprio aquário.

A paixão estimula a criatividade

Amar é criar

 

Atire o primeiro poema ou frase de amor quem nunca libertou sua criatividade e imortalizou o seu amor. Pois é, todos nós já tivemos, mesmo que secretos, momentos de grande inspiração para criar “obras” ou situações com o intuito de chamar a atenção ou fazer o eleito se sentir feliz.

Uma pesquisa recente liderada pela psicóloga Nira Liberman da Universidade de Tel Aviv demonstra que quando pensamos sobre o amor romântico – mas não sobre sexo, exclusivamente – isto nos provoca um “pensar mais global” sobre as coisas, o que nos leva a ter mais facilmente novas ideias. Em outras palavras, a paixão, comprovadamente, pode nos inspirar a ser mais criativos, com uma visão mais ampla do relacionamento.

Ao longo da história da humanidade, o amor tem inspirado inúmeras obras de arte, da imortal peça teatral de Romeu e Julieta, ao incrível mausoléu Taj Mahal, além de músicas, poemas, novelas, romances e filmes. E aí surgem questões óbvias: por que a paixão é uma emoção tão estimulante? Por que se apaixonar – ou pelo menos pensar no amor – leva a esse impulso de produtividade criativa?

Sexo tem efeito inverso

 

O amor nos faz pensar diferentemente e desencadeia um processamento global do pensamento, o que por sua vez promove pensamentos criativos e interfere em nossos pensamentos críticos e analíticos. Já os pensamentos sobre sexo, exclusivamente, têm o efeito oposto: provocam um processamento de pensamentos “locais”, analíticos e críticos, e interferem menos na criatividade. Confuso? Vamos destrinchar isso.

O amor romântico, ou a paixão, provavelmente induz a perspectivas de longo prazo , enquanto o desejo sexual induz a perspectivas de curto prazo. Isto ocorre porque o amor, caracteristicamente, vincula desejos e objetivos de ligação duradoura com uma pessoa, enquanto o desejo sexual está tipicamente focado unicamente na atividade sexual, no prazer “aqui e agora”.

Agradar ao outro estimula criatividade

 

Vamos à prática: quando você cogita dar um presente para alguém, geralmente foca em opções concretas como o que agradaria à pessoa, além de alguns exemplos de objetos (um livro, um relógio, um perfume, um sapato) e, depois, como embrulhá-lo.

Contudo, se você pensar de forma mais global sobre o presente para o seu amado, você se inspirará e poderá considerar um presente como algo que fará ele/ela feliz. Isso pode, por sua vez, atrair para a sua mente ideias diversas e originais de como transformar o ato de presentear em algo personalizado, marcante e inesquecível .

Por acaso você já teve aquela ideia (ridícula, para alguns) de pendurar uma faixa na rua, na frente da casa dele ou dela com uma declaração escancarada de amor? Ou colocar centenas de bexigas vermelhas no quarto dele e se meter no meio delas com aquela lingerie sexy? Pois é, o amor provoca essa criatividade toda, com bloqueio da análise crítica e racional!

Paixão desencadeia “efeito halo”

 

O amor também influencia a forma como nós pensamos. Quando estamos apaixonados, geralmente nos esforçamos muito para fazer ou criar associações que não necessariamente são verdadeiras, por exemplo: “se ele é tão bonito, ele deve ser amável”. Tal fenômeno é chamado de “efeito halo”. Ou seja, cria-se uma verdadeira bolha ou halo de perfeição e ilusão ao redor do ser amado. E os pesquisadores acreditam que esse efeito também acontece com objetos dados ou recebidos do parceiro.

Enfim, talvez o amor, ou a paixão inicialmente, seja um modo potente para induzir em nós um senso de transcendência: mais do que viver o prazer decorrente do ato sexual, contemplamos o distante futuro na esperança de tornar a relação eterna. Ou pelo menos enquanto o amor durar…

 

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