O Colírio vem de Manaus – Samir de Souza

Samir de Souza - Colírio Capricho

Nome Completo: Samir Silva de Souza
Nascido em Manaus/AM
Idade: 19 anos ( 23.10.1991 )
Signo: Escorpião
Estado civil: Solteiro
Time: Flamengo
Altura:1,85
Profissão: Modelo e estudante
Cor: Azul
Esporte: wakeboard e futebol
Comida: Lasanha
Filme: Um amor para recordar e Gladiador
Frase: “A vida é para quem topa qualquer parada. Não para quem pára em qualquer topada.”
Hobby: Modelar,toca violão e saí com amigos.
Uma loucura: Saí por aí fazendo o que der na cabeça, seria uma loucura muito boa haha 🙂
Viagem inesquecível: Margarita.

Olha ele nessas fotos! Perfeitooo!

 

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Se o Samir tem twitter? Ufa! Ainda bem que sim! É o @samir_souza!

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Meninas converse agora com o colírio no twitter http://twitter.com/samir_souza

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Cultura – Ler é Aprender! Leia livros e viva novos momentos

Emília Moss (Escritora)

Jornalista formada pela UNI-BH, atuou em todas as áreas do jornalismo ocupando cargos de chefia,nas redações de rádios e tvs. Aposentou-se em 2000 e a partir daí ocupou-se da letras,tendo o primeiro livro premiado em 2001, “A Morte do Anjo” e em 2003 o conto “Lendas do Catador”, no XII Concurso Internacional Literário de Primavera. Em 2004 foi diplomada na categoria AA com a crônica “O Milagre” na III Seletiva de Poesias e Crônicas de Barra Bonita.

“Meus escritos representam mais um esforço para informar aos leitores como minhas experiências do jornalismo deixaram lembranças fortes durante as centenas de coberturas de acontecimentos imediatos e inusitados.”

Emília Moss

A MORTE DO ANJO

“Mentiras do amor!

Não sei por que agora estamos vivendo a falsa verdade de um casamento feliz.. Aparências, nada mais!

Os anos juntos, as grandes companhias que dividiram dores, doenças, meias, sabonetes, discussões, sentimentos, abraços que cobriram o frio humano e sorrisos pela madrugada depois de muito amor… Isto, sim, foi o amor! Mas que acabou e já não é mais esse amor, pois foi transformado em pedaços de dor porque não há mais volta para nós.

Lisa, bem que te avisei. Cuidado! Não me perca para outras pessoas. Outro ser humano igual está difícil. Lisa, não me deixe! Não quero voar mais alto do que já estou indo nessa nossa vida louca, pois posso não conseguir descer. Estou descobrindo sentimentos que não me orgulho de descobri-los, mas que podem me ensinar que um coração partido tem cura.

O que me sobrou de você foi uma dor muito forte e tão fria que tenho a impressão que todo o carinho existente no mundo jamais chegará aos meus pés. E isso por quê? Por que um pássaro dourado, com a cabeça fora do lugar, leviano e cheio de defeitos inescrupulosos, vadiagem, drogas, sexo e delírios de ilusões?

O que você está fazendo comigo e seu filho é covardia. Um sentimento vil, que eu sei não é você. Sei também que nunca soube enfrentar seus problemas e resolvê-los. Desejo que meu vôo continue muito alto, pois meus sentimentos já sentem o desgaste da sua louca vida, principalmente meu coração, que já está perdido e gelado de tanto sofrimento!

Talvez você dê aquele sorriso simples de sempre, quando ler esta carta e eu pretendo estar bem longe de você e não vê-la sorrir. Mas pode ter a certeza de que haverá muita tristeza nessa corrida e, talvez, com uma companhia que poderá ter mudado esse quadro visivelmente inerte que vivo hoje. Não sinto mais o seu amor!

Ainda te amo, Adeus. ’’

Esta foi a carta encontrada pelo detetive Marcos, ao entrar na casa de Lisa, morta com 14 facadas, dentro do seu luxuoso quarto da mansão dos Allissons, família tradicional e uma das maiores fortunas do país.

A mansão, localizada num dos melhores bairros de uma metrópole, já fora palco de outros crimes em algumas décadas atrás, quando o avô de Lisa, Dr. Mathews, matou a esposa e dois empregados. Crimes que até hoje não foram solucionados por falta de provas. Mas este o detetive estava disposto e iria solucionar, por mais que as provas fossem removidas pelo dinheiro da família.

Elizabete Viana Allissons Silva, 28 anos, loira de olhos castanhos, se casou há dez anos com José Carlos Silva, filho do ex-motorista da família, e que fora criado dentro da mansão dos Allissons. Seu pai era o motorista oficial da casa desde os 20 anos. Agora, já aposentado, assistia atônito ao que tudo indicava: ”Seu filho matou a esposa”.

Mas o detetive Marcos ainda insistia, juntamente com a perícia e demais integrantes da equipe de criminologistas da Delegacia de Homicídios, em procurar novas provas, pois ele mesmo não acreditava que um homem simples, mesmo formado em direito, seria capaz de matar aquela moça, sabendo que o passado dela era recheado de amantes, drogas e muita putaria, pois toda a cidade sabia disso.

Era muito fácil levantar seu passado, somente dar uma corrida de olhos nas colunas sociais dos jornais da cidade.

A carta, encontrada sobre a escrivaninha do quarto, local onde Dr. José tinha o costume de ler seus processos, estava escrita a mão e tinha manchas de sangue, mas continha também várias…

Leia mais adquirindo a edição completa escrita por Emília Moss.

Adquira esta e outras edições da escritora Emília Moss no site oficial da escritora www.emiliamoss.com.br

Siga a escritora pelo twitter http://twitter.com/emilia_moss

Personalidade Victoria Silvstedt (Fotos)

Victoria Silvstedt

Victoria Silvstedt tem um corpo incrível e ela não se importa em exibir. A modelo nascida na Suécia – personalidade de televisão / modelo antes de ser descoberta por Hugh Hefner em 1996.

Ela se interessou em atuar com aparições em filmes clássicos como BASEketball e Boat Trip . Silvstedt lançou um álbum de dance music Girl on the Run , em 1999. Três singles, “Hello Hey”, “Rocksteady Love” e “Party Line”, também foram liberados para apoiar as vendas do álbum, e o álbum ganhou disco de ouro na Suécia.

Modéstia não é um problema para a Victoria, por isso aproveite as fotos de Victoria Silvstedt na galeria.

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A dor da traição masculina

As conseqüências dessa dor!

A dor da traição masculina

 

O que é a traição? Por definição é a quebra de um contrato de fidelidade. O que consideramos traição? A traição física, a traição virtual (internet)? Será que existe diferença? Por que o homem trai mesmo se está apaixonado? Será que é apenas pelo sexo, sem sentimento afetivo envolvido?

Seja de que forma for que a mulher sinta a traição, ela vem acompanhada de dor, portanto vamos falar desse sentimento e suas repercussões dentro da sexualidade.

A mulher casa envolta em romantismo, certa de que achou o príncipe encantado e será feliz para sempre. Isso implica mesmo que ela não invista no relacionamento, na sexualidade, nas mudanças corporais acentuadas do envelhecimento, etc. Ela acredita que o homem a amará para sempre e tudo isso não tem importância, pois nos contos de fadas seremos felizes para sempre com o nosso príncipe encantado. Já o homem fica envolto em outra questão do seu próprio romantismo: “Essa mulher será linda para sempre, jovem para sempre, terá esse corpo para sempre e principalmente terá desejo sexual por mim sempre na mesma proporção e intensidade que eu”.

Porém, no momento que esse romantismo for sendo quebrado, se reconhece os defeitos de cada um e fica claro que as diferenças (masculinas e femininas) precisam ser entendidas, respeitadas e trabalhadas para se obter o crescimento desse casal.

A dor da traição masculina
Geralmente a mulher tenta ficar no relacionamento a qualquer custo, fingindo que está tudo bem; quando na verdade está cheia de mágoas e ressentimentos, o que diminui seu desejo sexual e sua lubrificação. Com isso ela passa a ter dificuldades de atingir o orgasmo, o casal se distancia porque perdem a intimidade emocional e sexual. E o homem? Ele acha mais fácil arrumar uma terceira pessoa para quem canaliza apenas sua sexualidade. Assim, é mais fácil (teoricamente) enfrentar as dificuldades e reorganizar o casamento. Lembremos que o inverso também é verdadeiro.

Os homens traem mais por razões ligadas à sexualidade: atração sexual junto a circunstâncias favoráveis (oportunidade); e as mulheres, geralmente por motivos ligados ao casamento (falta de afeto, rotina), e também por vingança (já foi traída, decepção, desamor, raiva do parceiro).

A dor da mulher traída não é maior ou menor que a dor de outra mulher, pois não existe competição de dor. A dor de cada uma é a maior dor do mundo e precisa ser respeitada. A mulher traída ou a que acha que seu parceiro não tem qualidades suficientes; amam o parceiro a tal ponto que tentam perdoar-lhe e seguir em frente, reajustando esse relacionamento. Isso é o que ocorre na maioria dos casos.

Mas, existe algo de bom na traição! A mulher cresce como ser humano dotado de uma força maior, que a ensina a cuidar dela mesma, investir no seu ganho financeiro, nas suas perspectivas pessoais, assim como em suas escolhas masculinas. Essa mulher aprenderá a dar valor a ela própria e seu saldo será positivo. Como dizia Simone de Beauvoir: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”.

A dor da traição masculina
Dessa traição pode crescer uma nova mulher, renascer um novo casamento, chamado RECASAMENTO (casar com a mesma pessoa), e o homem também pode amadurecer, repensar, criar valores; e os dois juntos, agora mais maduros, escolhem casar novamente, com um novo estilo de vida e com maiores chances de trocas e companheirismo. Nesse momento, a mulher trabalha o perdão a si próprio, pois geralmente sente-se culpada pela traição masculina, e também o perdão ao outro.

As dificuldades sexuais da mulher advêm de uma baixa de auto-estima, pois se sente comparada à outra mulher e se sente perdedora. Então, essa mulher retoma o relacionamento, porém com diminuição de desejo, ou até sem conseguir mais ter orgasmos. É preciso entender que a responsabilidade da traição é de quem trai, pois ninguém tem como vigiar o outro, 24 horas por dia, então cada um é responsável pelos seus atos, e sabe que tudo na vida tem suas conseqüências.

O enfrentamento de tudo isso é mais fácil, se a mulher tem um parceiro interessado e preocupado em compartilhar a sua dor. É o respaldo emocional que ele lhe vai dando aos poucos para que com calma supere a dor, que cicatriza. A ferida aberta dói, porém a cicatriz é lembrada de vez em quando, olhamos para ela, mas ela não dói mais…

As conseqüências de uma traição vão desde a disfunção do sistema familiar, como um verdadeiro encontro do indivíduo consigo mesmo, renovado para viver, mas também pode levar a uma desestruturação da psique feminina, assim como ódio, depressão e desconfiança. Portanto, qualquer que seja o enfrentamento que a mulher faz da sua dor perante a traição, ela precisa de ajuda para superá-la, então não hesite em procurar ajuda de um terapeuta especializado para que esse processo ocorra o mais rápido possível.

 

Ciúmes no relacionamento: homens e mulheres são diferentes?

Doses controladas de ciúme podem rejuvenescer e manter o jogo da sedução

Ciúmes no relacionamento: homens e mulheres são diferentes?

Você já sentiu ciúmes alguma vez na vida? Muito provável que a resposta seja positiva. Pois é, este monstro de olhos verdes, assim descrito por Shakespeare, parece sempre rondar os relacionamentos amorosos. Ele é uma emoção instintiva, natural – um sinal de alerta de que o parceiro pode ser “perdido” para um concorrente.

Pesquisas realizadas nas áreas da biologia e psicologia evolucionista mostram que os homens tornam-se muito mais ciumentos sobre a infidelidade sexualdo que sobre a infidelidade emocional. As mulheres são o oposto, ou seja, são mais ciumentas quando há traição com envolvimento emocional do parceiro.

Uma das teorias afirma que essa diferença tem origem nos ancestrais homens das cavernas que eram rigorosos vigilantes em relação ao sexo porque eles não tinham absoluta certeza de que seriam os pais dos filhotes de sua parceira. Manter e proteger filhotes de um concorrente não seria produtivo, pois despenderia muita energia e recursos para uma prole “alheia”.

Por outro lado, as mulheres tinham mais receio de um envolvimento emocional amoroso do parceiro com a “outra”, pois perderiam a proteção e os recursos para a própria sobrevivência e dos seus filhotes.

Um novo estudo feito na Pennsylvania State University, Estados Unidos, sugere uma explicação alternativa para essa diferença “biológica”. Os pesquisadores não questionam a diferença sexual fundamental a respeito do ciúme, eles adicionam um elemento para essa diferença. Afirmam que a diferença pode estar enraizada mais nas diferenças individuais, na personalidade, do que, simplesmente ser o resultado do histórico de relacionamentos amorosos de cada um.

Sexo ou sentimento?

Ciúme no relacionamento

Por exemplo, pessoas que afirmaram ter ciúme de relacionamento unicamente sexual tendiam no seu histórico de relacionamentos anteriores à rejeição ou resistência a criação de vínculos, denominados de “tipos de ligação”. Esses tipos de ligação ou vínculo são baseados na ideia de que nossas respostas às situações perigosas ou aflitivas estão radicadas no comportamento dos nossos pais e nas experiências da infância.

Tanto homens como mulheres com “estilos de ligação” para a rejeição, cujos pais tendiam a ter comportamentos distantes e frios, evitam a intimidade e empenham-se para manter a independência, o que faz que sintam e reajam mais intensamente à infidelidade física (sexual) do que à emocional. Os psicólogos afirmam que essa pode ser uma estratégia de defesa, uma proteção contra sentimentos, “profundamente guardados”, de vulnerabilidade.

Aliás, os estudos indicam que os homens geralmente são mais “propensos” aos tipos de “ligação de rejeição” do que as mulheres, o que pode ajudar a explicar tal diferença entre os sexos.

Portanto, a influência de elementos psicológicos, culturais e ambientais, além do nosso “ancestral DNA”, pode ter um papel importante quando o ciúme resolve invadir um relacionamento.

E o que fazer para evitar que esse monstro tome conta da vida do casal?

  1. Identifique a causa, a circunstância ou a situação que provoca o ciúme. Questione se você tem alguma prova real que pode colocar seu relacionamento em perigo.
  2. Faça uma avaliação realista e neutra da causa do ciúme.
  3. Considere as explicações do outro lado de forma mais racional possível. Questione se você está criando motivos para o parceiro ter “comportamentos suspeitos” com outra pessoa.
  4. Esforce-se para construir sentimentos de confiança, respeito e cumplicidade no seu relacionamento, compartilhe segredos com seu parceiro e estimule-o a fazer o mesmo.
  5. Evite situações que podem ser os “gatilhos” para o ciúme, tais como ir a um restaurante em que ele frequentava com a ex.

Enfim, se houver a construção gradual e paciente de um vínculo livre entre dois adultos independentes, é muito provável que sentimentos de posse não terão vez entre o casal. Leia mais sobre a dor da traição masculina.

Fontes consultadas:

  • BBC.co.uk: Understanding Jealousy
  • CNN.com: Controlling the Jealousy Monster
  • PathwaytoHappiness.com: Overcoming Jealousy

Você é uma pessoa interessante?

Construa uma pessoa interessante

Seja uma pessoa interessante

 

É provável que em alguns momentos da sua vida você deve ter se questionado sobre ser ou não uma pessoa interessante. Às vezes dá a impressão que nem todas as pessoas nascem com o atributo “ser interessante”. Mas temos uma boa notícia: com vontade e disposição ele pode ser construído ao longo da vida. E, se você já é uma pessoa tida (por você e pelos outros) como charmosa e carismática, lembre-se que essa qualidade pode ser aperfeiçoada.

Para ser uma pessoa interessante, antes de tudo, você tem que ser interessado pelas pessoas, pelas coisas, enfim, por quase tudo que acontece no mundo. Tem que ser antenado e, principalmente, curioso.

Cultive o hábito de querer saber mais, desvendar, conhecer coisas e pessoas diferentes, raras e originais. Busque pontos de vista incomuns e inusitados de um mesmo tema, livro, obra de arte, filme, música etc.

Estar aberto para novas ideias, conceitos, pontos de vista e críticas pode transformá-lo numa pessoa mais atraente tanto para seu relacionamento pessoal -familiar ou amoroso – como para as relações profissionais, de amizades ou de grupos com interesses semelhantes.

Para facilitar, nas próximas páginas você vai conhecer uma lista com alguns ingredientes que podem ser “empurrõezinhos” para transformá-lo em uma pessoa mais interessante.

Seja simpático e generoso

Explore as afinidades

 

Exercite a sua capacidade de sintonia e afinidade com as outras pessoas. Tente ser solícito e ter iniciativa em situações no dia a dia (ajude um deficiente físico na rua, dê o assento para um idoso no ônibus ou no metrô, dê passagem para um carro ou faça um trabalho voluntário).

Tente se colocar no lugar do outro ou se identificar com o que ele sente.Exercite a empatia. Dê atenção sincera e procure entender por que a outra pessoa tomou certas atitudes que, num primeiro momento, podem lhe parecer estranhas ou erradas.

Além disso, tenha interesse genuíno pelas pessoas. Demonstre por meio de palavras e gestos o seu interesse autêntico pelo outro. Lembre-se que cada pessoa é um verdadeiro livro de histórias, aprendizados, erros, acertos, comédias, tragédias. Tente conhecer e extrair das pessoas o que elas têm de bom para dar.

Saiba conversar

A comunicação perfeita é sua aliada

 

Para começar uma conversa, procure fazer perguntas e vá descobrindo gradativamente quais são os interesses da outra pessoa. Porém, o faça de maneira elegante e sincera. Se sua timidez for grande, tenha em mente um pequeno roteiro, mas cuidado para não tornar o questionário artificial e desprovido de naturalidade e espontaneidade.

Procure, dentro do possível, ser objetivo, claro e sucinto nas suas histórias e descrições. Tente não ter sempre o monopólio das atenções e ser o chato cheio de palavras da turma. E, importante, não fale somente de si mesmo. Deixe o outro falar, se expressar, se mostrar e até desabafar. Não esqueça que muitas vezes a melhor palavra de apoio e compreensão é o silêncio.

Tente fazer seu marketing pessoal de forma simples e verdadeira. Um bom exercício é observar outras pessoas que você julga interessantes ou fazer cursos como teatro para melhorar sua expressão verbal e corporal.

Não esqueça que nosso corpo fala e muito! A todo o momento estamos emitindo e captando sinais, gestos e atitudes. Geralmente, fazemos isso de forma inconsciente. E muitas vezes não percebemos que estamos expressando muitas emoções, sejam elas boas ou ruins, como alegria, prazer, descontentamento, rejeição, antipatia, etc. Portanto, tente se conhecer corporalmente melhor para poder ter um pouco mais de domínio sobre sua linguagem corporal.

Viaje e tenha hobbies

Tenha história para contar

 

Se possível, busque informações sobre roteiros que gostaria de fazer, troque ideias (via blogs e redes sociais) com viajantes veteranos, e faça viagens. Você terá muita coisa interessante para contar, desde vivências e impressões sobre lugares diferentes até os “micos” da jornada.

Também procure fazer alguma atividade nas horas vagas que desperte prazer, satisfação e relaxamento. Pratique algum esporte ou simplesmente faça caminhadas com frequência, fotografe, faça cursos, colecione algo. Descubra alguma aptidão esquecida como desenho, pintura, artesanato em madeira, escultura, costura, tricô.

Procure ler muito. Faça passeios semanais em livrarias, compre revistas com temas diferentes do que costuma ler, selecione na Internet assuntos de seu interesse e vá fundo na pesquisa.

Viva intensamente

Mulher pulando na praia

Tenha atitudes positivas em relação ao seu mundo interno e às pessoas que o rodeiam. Encare a vida com leveza. Comum simples sorriso, muitas portas e possibilidades podem ser criadas. Exercite seu sorriso sincero e guarde na gaveta aquele sorrisinho amarelo, forçado e sem graça.

Valorize o passado, saboreie o presente e tenha sonhos para o futuro. Viva intensamente cada momento de sua vida e aproveite o que as pessoas, as situações e as coisas podem lhe oferecer, com os bons e os maus momentos, os erros e os acertos.

Procure não reclamar por qualquer motivo. Enfim, afaste de você a síndrome da hiena Hardy, com resmungos do tipo: “Eu sei que não vai dar certo! Ó dia! Ó vida! Ó azar!”. E, importante, não esqueça a primeira lição: para ser interessante, você tem que se achar e acreditar que é interessante.

Descubra se você se gosta verdadeiramente (caso contrário, procure ajuda profissional) e conheça seus pontos frágeis que devem ser melhorados para se tornar mais atraente e fascinante para os sete bilhões de habitantes deste planeta.

Você se considera feliz?

W Magazine e os mais notáveis atores no cinema em 2010

Natalie Portman , Dakota Fanning , Mila Kunis , Jesse Eisenberg , Justin Timberlake , e Mark Ruffalo são apenas alguns dos atores que estão presentes em um novo deslumbrante pictórica na W Magazine que apresenta os mais notáveis atores no cinema em 2010. As fotos foram tiradas pela estimada dupla Inez Van Lamsweerde e Vinoodh Matadin .

Confira a galeria e todas as citações com cada uma das fotos que os atores fornecido!

Quem era seu ator favorito ou atriz no ano passado no filme?

O que está por trás da felicidade?

Felicidade, uma emoção complexa

Felicidade é considerada bem inquestionável

 

Acordar de manhã, pular da cama e se sentir feliz é para quem pode ou para quem quer ser realmente feliz na vida? O que nos impele ou nos afasta da tão cobiçada felicidade? Sou feliz porque sou otimista ou sou otimista porque sou feliz? Felicidade e dinheiro andam juntos? Ter uma religião nos torna mais felizes? Viver sozinho ou viver junto com alguém: o que me faz mais feliz? São tantas perguntas que fazemos desde nossos primórdios sobre a tal felicidade que você já deve ter se questionado, e muito, sobre essa complexa emoção.

Um dos primeiros povos preocupados em conhecer mais a fundo a felicidade foram os gregos. Antes do aparecimento de Sócrates, eles acreditavam que a felicidade dependia da vontade dos deuses. Por sinal, esse conceito perdurou por muitos séculos em várias culturas do Ocidente. Mas Sócrates foi o pioneiro em afirmar que a busca da felicidade é uma tarefa de responsabilidade de cada um de nós, e que a filosofia seria um caminho para alcançá-la.

Séculos à frente, a Revolução Francesa tinha como um de seus ideais a busca dos cidadãos pelo direito à felicidade. Na atualidade, a felicidade é considerada um bem extremamente valioso e inquestionável. E aparece citada até na Declaração de Independência dos EUA: “todo homem tem o direito inalienável à vida, à liberdade e à busca da felicidade”.

O que é a felicidade?

Felicidade tem diferentes significados

 

Segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa felicidade significa: “1. qualidade ou estado de feliz, estado de uma consciência plenamente satisfeita, satisfação, contentamento, bem-estar; 2. boa fortuna, sorte; 3. bom êxito, acerto, sucesso”.

No artigo “Felicidade: uma revisão”, os psiquiatras Renata Ferraz, Hermano Tavares e Monica Zilberman definem a felicidade como “uma emoção básica caracterizada por um estado emocional positivo, com sentimentos de bem-estar e de prazer, associados à percepção de sucesso e à compreensão coerente e lúcida do mundo”.

Em outras palavras, para alcançar a felicidade é necessário equilibrar características intrínsecas da pessoa, como personalidade, traços psicológicos, valores e genética, e elementos externos, como situação social, financeira, cultural, educacional, profissional e religiosidade.

A oscilação natural, ou seja, se sentir feliz ou não, faz parte do jogo da vida. Felicidade pode ser uma emoção fugaz que dura minutos a horas ou uma emoção sustentada, que perdura semanas, meses ou anos. E mais importante, como afirmavam os filósofos gregos Demócrito e Epiteto, “não é o que acontece com o indivíduo que pode deixá-lo feliz, mas a maneira como ele interpreta esses acontecimentos”.

E para você, qual o significado da felicidade?

Otimismo, renda e estado civil

Casados demonstraram ser mais felizes

 

Pensamentos e atitudes positivas têm grande influência na forma como interpretamos a realidade. Ser otimista é acreditar profundamente que as coisas vão dar certo. E estudiosos tem confirmado que é o otimismo que leva ao sucesso, e não o oposto. Ser otimista é estar motivado e ter perseverança para enfrentar os obstáculos, aprender com os erros e celebrar os acertos. Por sinal, pesquisas recentes comprovam que quanto mais crenças otimistas tem uma pessoa, mais protegida ela está contra a piora de doenças.

Um estudo da USP Ribeirão Preto, feito pela economista Sabrina Vieira de Lima, confirma outras pesquisas internacionais: há uma relação estreita entre renda e sensação de felicidade. Ela comprovou que essa relação se torna mais intensa nas pessoas que estão próximas da linha de pobreza e vai reduzindo à medida que as condições financeiras melhoram.

Os homens se mostraram mais felizes que as mulheres, e as pessoas casadas também, se sentiam mais felizes do que as separadas e viúvas. O nível de educação, a idade e a região do país não modificaram o grau de felicidade dos mais de 2.900 brasileiros avaliados.

Felicidade e espiritualidade

Religiosidade tem relação com a felicidade

 

Muitos estudos já comprovaram que comprometimento com a fé, seja por meio da religiosidade (sistema organizado de crenças e práticas com rituais) ou daespiritualidade (busca e conexão com o sagrado e o transcendental) estão associados com maiores níveis de felicidade e satisfação com a vida. Além disso, pessoas que professam alguma fé parecem lidar melhor com problemas e obstáculos, tais como morte na família, desemprego e doenças.

Existem pelo menos dois motivos que explicam a relação entre fé e felicidade. O primeiro é que a espiritualidade dá um sentido e um propósito para a vida das pessoas e proporciona respostas para questões existenciais, que frequentemente causam infelicidade e angústia. O outro motivo é que quando as pessoas participam de rituais religiosos dentro de uma congregação ou comunidade, ficam com a sensação de não estarem sozinhas e abandonadas. Elas se sentem acolhidas, protegidas e com objetivos, e isto as torna mais felizes e satisfeitas.

Felicidade e oxitocina

Oxitocina é liberada na amamentação

 

A biologia tem uma contribuição para entendermos mais sobre a felicidade. A oxitocina -também chamada de hormônio do amor e da confiança – pode ajudar a nos tornar mais felizes. A oxitocina é produzida e secretada pelo nosso cérebro em diversas situações: durante o parto, a amamentação, o orgasmo, em momentos de estresse e na criação de vínculos com as pessoas, como no amor e na amizade.

Pesquisas recentes têm demonstrado que esse hormônio é importante para produzir a sensação de bem-estar e de satisfação com a vida. A oxitocina é um elemento dentre vários mecanismos da nossa mente e corpo que nos deixa felizes. Além disso, há evidências de que ela influencia nossa capacidade de lidar com as adversidades. Ou seja, quanto mais oxitocina produzimos, possivelmente, mais ela nos habilita a lidar melhor com os problemas diários.

Mas ainda restam dúvidas quanto à função desse hormônio na felicidade: se a oxitocina faz as pessoas felizes, ou se as pessoas felizes liberam mais oxitocina quando se sentem confiantes.

Enfim, o importante é que cada um de nós descubra e cultive seus pontos de equilíbrio para gerar momentos ou estados de felicidade. Entretanto, já sabemos que ter atitudes otimistas e de perseverança, criar e compartilhar amizades e relacionamentos, estar inserido num grupo, família ou comunidade, ter uma religião ou ser espiritualizado, ter planos e sonhos, ter bens materiais básicos e renda para a uma vida digna são alguns dos ingredientes que nos aproxima da tão desejada felicidade.

A felicidade na vida a dois é fundamental para nossa realização pessoal.

Oxitocina e as brigas de casais

Cientistas estudam os efeitos do hormônio do amor, a oxitocina

Oxitocina e as brigas de casais

 

Você deve ter refletido em algum momento de sua vida que não é fácil encontrar a tão desejada “cara-metade”, mas manter um relacionamento, também, não é nada simples.

Relacionamentos são difíceis e complexos; basta colocar sob o mesmo teto dois seres humanos, alguns sentimentos românticos e a tal “rotina”, que conflitos e atritos podem estar a caminho.

É possível que a maioria das pessoas já tenha passado pela experiência de não ter mantido uma comunicação positiva e racional com o parceiro quando problemas estressantes são discutidos, como finanças da casa, o tempo dedicado aos filhos ou ao próprio parceiro, dentre outros probleminhas domésticos.

Mas, ao menos, começamos a entender melhor o que está por trás da atribulada construção do vínculo duradouro, ou seja, do amor. Uma nova área da ciência tem apresentado explicações interessantes sobre a biologia dos relacionamentos humanos.

Cientistas pesquisam os efeitos da oxitocina

Casal discutindo

Pesquisadores da universidade de Zurique, Suíça, investigaram os efeitos da oxitocina, “o hormônio do amor”, no relacionamento amoroso de casais.

A oxitocina é uma pequena proteína produzida no cérebro que afeta comportamentos tais como a confiança, empatia e generosidade. É capaz de estimular regiões do cérebro, como o sistema límbico, que controla as emoções e a interação social, diminuindo o medo e a ansiedade iniciais no começo de um relacionamento, além de regular a liberação de outra substância, chamada dopamina, responsável pela sensação de bem-estar, de prazer e de recompensa.

Os psicólogos suíços recrutaram 47 casais adultos heterossexuais que receberam oxitocina ou placebo, inspirado pelo nariz,  antes de entrar em uma discussão conflituosa no laboratório. A “sessão de briga” foi gravada em vídeo e, todo o comportamento verbal e não verbal dos participantes foi codificado.

A oxitocina aumentou o comportamento de comunicação positiva em relação ao comportamento negativo e, também, reduziu a quantidade do hormônio cortisol, liberado em situações de estresse, na saliva dos participantes, comparado com os que receberam o placebo.

Estes primeiros resultados nos mostram que a ciência está começando a compreender o poderoso efeito dos hormônios liberados pelo corpo em situações críticas de interações sociais, como uma briga de casal.

Entretanto, é necessário investigar muito tal química do relacionamento para que possamos entender qual o melhor uso desses “remédios do relacionamento” nas interações sociais, sejam elas amorosas ou não.

Os pesquisadores são cuidadosos quanto à utilização da oxitocina, pois faltam estudos para avaliar o uso contínuo do hormônio. Além disso, existem questões éticas que deverão ser discutidas quanto ao seu uso (e até abuso).

Enquanto a ciência procura esclarecer o que acontece com nossa química cerebral durante uma briguinha com o parceiro, podemos exercitar, e muitas vezes “a duras penas”, a expressão de forma respeitosa e sincera dos nossos descontentamentos com o parceiro. Fácil? Nem um pouco, mas vale tentar.

 

Como viver um relacionamento duradouro

Pesquisas mostram o que fortalece o amor

Como viver um relacionamento duradouro

 

Você já imaginou como seria conveniente e prático se depois do turbilhão de emoções da paixão, o piloto automático do romance duradouro fosse ligado e, num céu de brigadeiro incrivelmente azul e sem nuvens ou turbulências, o tão esperado amor voasse tranquilamente?

Seria maravilhoso se fosse assim. Mas, como qualquer desafio na vida, conquistar um relacionamento duradouro exige muita dedicação e persistência. Vamos conhecer ingredientes biológicos básicos.

Sexo e o hormônio do amor

Casal

Não há dúvida que o sexo é fundamental para a criação e a manutenção de um vínculo duradouro. Muitos estudos mostram que sexo traz uma série de benefícios para o casal: melhora a autoestima e o humor, reduz a depressão, estimula o dar e receber amor e, consequentemente, melhora a vida conjugal com a aproximação dos parceiros.

Pesquisas também têm indicado que um hormônio parece ser vital na sustentação de vínculos duradouros: a oxitocina, chamada de “hormônio do amor”. No caso do sexo, ela é liberada em grandes quantidades durante o orgasmo. A oxitocina, por sua vez, regula a liberação de outra substância chamada dopamina, responsável pela sensação de bem-estar, de prazer e de recompensa.

Mapa cerebral amoroso

Conexão

O centro de prazer e recompensa e o hipocampo, responsável pela detecção e memorização de novidades, são áreas cerebrais relacionadas ao vínculo do par em diversos mamíferos ou, no relacionamento entre pais e filhos.

Os pesquisadores notaram que casais apaixonados apresentam o mesmo mapa cerebral amoroso que animais monogâmicos que ficam juntos por toda a vida, como os camundongos do campo, os cisnes e as raposas cinzentas.

Um estudo norte-americano da Universidade do Sul da Califórnia, liderado por Robert Epstein avaliou 30 voluntários de nove países com cinco religiões diferentes. Ele descobriu que o amor entre os casais aumentou de 4 a 8,5 pontos, numa escala de 10, em uniões com mais de 19 anos.

Aliados do relacionamento duradouro

Casal rindo junto

Alguns fatores foram identificados nesses relacionamentos bem-sucedidos:

  • Comprometimento;
  • Vivenciar, em dupla, situações novas, vibrantes, desafiadoras e com risco controlado;
  • Cultivar a paixão ou “reapaixonar-se” diversas vezes;
  • Boa comunicação;
  • Celebrar o sucesso do outro;
  • Coragem de se expor;
  • Assumir a própria fragilidade, insegurança e dor;
  • Expressar interesse pelo outro;
  • Compartilhar segredos;
  • Compartilhar alegrias e situações positivas;
  • Predisposição a modificar comportamentos para satisfazer as necessidades do outro, ou seja, saber ceder;
  • Não exposição a “estressores externos” terríveis, como guerra ou perda de um filho;
  • Um dos parceiros não é altamente deprimido ou ansioso.

Obviamente, não existem fórmulas milagrosas para transformar instantaneamente a paixão num vínculo duradouro forte e sólido. Todavia, a associação frequente e ininterrupta da pessoa amada com a ativação do sistema de recompensa é a chave para manter a química cerebral dos primeiros momentos da paixão.

Viajar pode ser uma boa maneira de sair da rotina

Fazer atividades novas, diferentes das usuais, é uma ferramenta importante para criar e manter funcionando os circuitos do prazer no cérebro. Viajar, experimentar diferentes posições na cama, incluir novos objetos no ambiente, jantar num restaurante diferente, pensar novos planos e desafios com o parceiro, associam esses novos prazeres à presença do outro. O cérebro aprende que estar com o outro é ter prazer garantido e, por isso, o desejo e a excitação continuam presentes por décadas.

 

12 Dicas para um casamento feliz

Felicidade na vida a dois

Conserve a alegria no casamento

 

Pesquisas científicas concluíram que a paixão tem prazo de validade, com duração de aproximadamente dois anos. Seria o tempo biológico para o casal se desejar euforicamente, fazer sexo e procriar.

O problema é que depois do turbilhão químico que inunda o cérebro com hormônios e substâncias prazerosas, o corpo e a mente voltam ao normal. O príncipe ao seu lado se transforma, ou seja, você agora o enxerga como ele realmente é: um sapo com defeitos e manias, algumas delas, insuportáveis.

E se o casamento aconteceu em meio a essa paixão? Como construir e manter um relacionamento duradouro com amor, essa ligação tão íntima e cúmplice, por anos ou décadas? Veja nas próximas páginas doze dicas que podem fazer você refletir sobre seu atual relacionamento, descobrir fraquezas nas vivências passadas ou se preparar para uma futura relação.

Alimente a paixão no casamento

Alimente a paixão no casamento

 

Alimente a paixão em seu casamento. Com atitudes conscientes, tente criar na vida de vocês o mesmo clima de encantamento que impulsionou a paixão da primeira vez. Apaixone-se quantas vezes forem necessárias. Quanto mais você se sente encantada pelo parceiro, mais você se sentirá próxima e íntima dele.

Lembre-se dos bons tempos

Cultive o romance

 

Trate o seu parceiro como você fazia no início do relacionamento, valorizando muito mais as qualidades do que os defeitos. Faça uma lista de todas as coisas que vocês fizeram juntos desde o início do casamento e acrescente novas fantasias e coisas que ainda querem fazer. E não se esqueça de planejar para que esses desejos realmente sejam colocados em prática.

Valorize os momentos juntos

Reformar a casa pode unir o casal

 

Os momentos a dois devem ter qualidade. Aproveite o tempo que vocês passam em casa para curtir a presença do seu amor. Treine sua mente para pensar no aqui agora e não somente no trabalho. Inclua seu marido nas atividades do dia a dia, como levar seu cachorro ao veterinário ou mudar de posição os móveis da sala. Uma reforma na casa também é uma boa oportunidade para aproximar o casal e envolvê-lo em decisões como a cor da tinta das paredes.

Demonstre o seu amor

Demonstre o seu amor

 

Ajude o seu parceiro a se sentir mais amado e seguro do seu amor. Estimule-o para que ele se expresse e mostre mais seus sentimentos em momentos de intimidade e romantismo, mas sem acusá-lo de não ser romântico. Faça elogios, aplauda-o, dê um abraço. Pequenos gestos e gentilezas se transformam em grandes expressões de carinho no dia a dia.

Seja cúmplice do seu parceiro

Mantenha a cumplicidade até nas pequenas escolhas

 

Não tome decisões unilaterais, vocês dois formam uma dupla, uma sociedade em muitas situações, então ajam em conjunto. Assuma decisões junto com seu parceiro sobre grandes e pequenas coisas. Esteja disposta a cultivar o compromisso do casamento.

Substitua a culpa e a crítica por soluções e ternura. Resolvam os problemas juntos, sentem-se próximos, deem-se as mãos, toquem nas faces um do outro. Deem risada juntos de vocês mesmos ou assistam a uma comédia.

Cuide da aparência

Não descuide da forma física

 

A atração física é fundamental no casamento, por isso, não descuide da aparência.

Dedique um tempo para você, faça exercícios físicos, cuide de sua dieta alimentar e componha um vestuário com a sua marca pessoal.

Explore as afinidades

Façam um curso juntos

 

Quando os casais estão em crise no casamento, geralmente se focam apenas nas diferenças, enquanto os casais que estão apaixonados se focam nas semelhanças. Construa a compatibilidade planejando atividades relacionadas ainteresses em comum. Façam juntos um curso de línguas ou fotografia, por exemplo.

Não deixe o sexo em segundo plano

Reserve tempo para o sexo

 

Não deixe que a correria do dia a dia comprometa os momentos de prazer do casal. Como qualquer atividade, o sexo requer tempo e criatividade.

Preserve a individualidade

  Preservar a individualidade é saudável

 

Ficar junto com seu amado é maravilhoso, mas cada um necessita fazer atividades sem o parceiro, como sair com os amigos. Afinal, a vida social fora do casamento continua.

Curta a saudade

Sentir saudade é positivo para a relação

 

De vez em quando, fiquem um pouco longe um do outro. A expectativa do reencontro e a saudade podem proporcionar tanto prazer como o próprio reencontro.

Não queira mudar o outro

Não queira mudar o outro

 

Se você detecta que ainda existem atitudes ou características do seu parceiro que a incomodam, tente mudar algumas atitudes suas, além de sua forma de encarar tais situações. Com certeza, será muito mais fácil você mudar do que obrigar o outro a se transformar no modelo que persiste em sua mente.

Reflita sobre o seu casamento

Reflita sobre o seu casamento

 

Reserve um tempo para refletir sobre o seu casamento, sobre a vida que está levando com o seu parceiro e se é assim que sonhava estar neste momento. Pense no que está bom e no que precisa melhorar. E tente mudar atitudesque possam estar atravancando o sucesso da relação.

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