Pele, quantos anos tem a sua?

A resposta irá depender dos cuidados e hábitos que você adotou até aqui. É hora de saber da sua

Você não leu errado. A pergunta é: quantos anos a sua pele tem? A resposta irá depender dos cuidados e hábitos que você adotou até aqui. Pequenas atitudes ao longo dos anos podem ter feito toda a diferença – para o bem ou para o mal – e vão continuar fazendo daqui em diante. Cuidados com a pele são fundamentais em qualquer idade, para que os sinais do tempo sejam suavizados e a saúde preservada, em cada etapa de vida. A pele também tem diferentes fases e, pelo menos na aparência, é possível driblar o tempo. O fato é que, com o tempo, a pele muda – e isso é natural. Pouco a pouco, ela deixa a aparência frágil e macia da cútis de um bebê para ganhar um toque mais seco. Entenda cada fase e siga as dicas para manter a linha do tempo sob controle.

Infância – Você já deve ter conhecido alguém que considerava ter a pele de um bebê e sabe o quanto isso é um elogio. Na verdade, apesar da maciez e brilho, a pele infantil é muito frágil, sensível e exposta a alergias. Isso ocorre porque o colágeno ainda está em formação, a cútis conta com menos pelos e as glândulas responsáveis pela produção do suor ainda não estão maduras, o que a deixa propensa a irritações.

Adolescência – A palavra-chave nessa fase é “hormônio” e, com a pele, não é diferente. As alterações hormonais causam uma verdadeira revolução nas glândulas sebáceas e nos folículos pilosos. Nessa etapa é comum que a oleosidade seja mais intensa no couro cabeludo e na pele, a acne dê as caras e os poros ganhem uma aparência dilatada.

Cuidados: com o aumento da oleosidade, a recomendação é lavar o rosto com sabonete específico para este tipo de pele. Muito cuidado para não causar o efeito rebote, que é aquela oleosidade produzida em defesa ao ressecamento excessivo causado por muitas lavagens ou determinados produtos.

Opte por sabonetes que limpem sem ressecar e que tenham fórmula suave, de preferência com extratos naturais que acalmam a pele, como calêndula e aloe vera. Embora a cabeça do adolescente esteja centrada no presente, é preciso lembrar que hábitos errados, como a falta do uso de filtro solar, podem trazer problemas graves no futuro. Para se ter uma ideia, cerca de 80% da exposição solar de toda a vida acontece até os 18 anos de idade e os efeitos nocivos do sol são cumulativos.

20 anos – Chegou o momento em que a pele se torna plenamente madura. As células produzem grande quantidade de colágeno e elastina, garantindo sustentação e firmeza. As glândulas responsáveis pela produção de suor e sebo passam a trabalhar com mais estabilidade, fazendo com que a pele se mantenha hidratada e com textura macia.

Cuidados: a oleosidade excessiva pode ter ido embora, mas o cuidado na limpeza continua. Se sua pele ainda é oleosa, siga as dicas citadas na fase da adolescência. Caso ela seja mais sensível, escolha produtos com fórmula suave e, de preferência, sem fragrância.

Isso irá garantir que a sua pele não responda ao uso dos produtos de forma alérgica. O protetor solar é imprescindível para evitar problemas mais adiante. Evite cigarro, bebida alcoólica em excesso e poucas horas de sono. Procure ter uma alimentação balanceada e com pouca gordura. Todo o corpo irá agradecer.

30 anos – A famosa casa dos 30 traz os primeiros sinais de envelhecimento. Isso ocorre em parte porque a pele perde cerca de 10% do seu mecanismo de defesa, dando mais espaço para a perigosa atuação dos radicais livres. A renovação celular também perde força, tornando-se 20% mais lenta. É nessa fase que os resultados dos hábitos adotados até o momento irão aparecer e isso inclui o acúmulo de sol guardado na memória celular.

Cuidados: mantenha os bons hábitos mencionados na fase dos 20 anos e acrescente uma arma em seu arsenal: os retinoides. Além de acelerar a renovação celular que se torna mais lenta nessa fase, ele ainda combate as linhas finas que começam a aparecer.

Com o avanço da tecnologia, o mercado já dispõe de retinoides que oferecem ótimos resultados sem causar aqueles efeitos colaterais que antes faziam com que o tratamento fosse abandonado, como ressecamento excessivo, vermelhidão e descamação. O adapaleno é uma ótima opção e, recentemente, foi lançado em versão mais potente, com concentração de 0,3% e tolerabilidade similar à da versão anterior.

40 anos – Nesta etapa o envelhecimento é mais evidente. A espessura da pele é 50% inferior do que aos 20 anos e o tônus muscular diminui 30% a capacidade de rigidez, gerando flacidez facial. A capacidade de retenção de água também diminui, deixando a pele ressecada e desnutrida.

Cuidados: invista na hidratação, evite álcool em excesso e procure ter um sono com qualidade para que o sistema circulatório trabalhe bem. O uso de antirrugas é bem-vindo nessa fase, e os retinoides devem ser mantidos. Não tome sol sem protetor solar, pois as manchas são mais resistentes nessa idade.

Dos 50 anos em diante… – As transformações iniciadas aos 40 anos se tornam mais intensas, as rugas ficam acentuadas e os lábios tendem a se tornar mais finos por causa da reabsorção óssea da mandíbula, e ocorre uma diminuição na produção de fibras de colágeno e elastina.

Três palavras mágicas fazem parte dessa fase: limpeza, hidratação e proteção solar. Se as rugas incomodam muito, não é preciso se desesperar ou recorrer a técnicas invasivas, como a cirurgia plástica. Recentemente, o número de intervenções não-cirúrgicas ultrapassou o de cirurgias e isso se dá principalmente com o uso da toxina botulínica na estética.

Com um procedimento rápido e simples, é possível ganhar uma aparência mais jovial. Atualmente, o mercado conta com novas opções de toxina botulínica que garantem resultados com uma aparência natural. Consulte um dermatologista para conversar sobre o assunto.

Com informações fornecidas pela Galderma (www.galderma.com.br), companhia farmacêutica exclusivamente dermatológica, criada a partir de uma joint-venture entre Nestlé e L’Oréal.

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